Arquivo do mês: março 2012

Mães que blogam e têm babies…

Mãe de neném, quando posta em blog, posta com neném no colo, com neném ao lado, com neném quase acordando pra mamar, com neném-já-chorando-mas-espera-um-pouquinho-porque-a-mamãe-já-tá-terminando, posta entre trocas de fralda…

O ponto é que mãe quando posta não tem tempo pra revisar o que escreveu, daí vai ler o blog no dia seguinte e não sabe aonde se esconder com os erros que passaram.

Feliz dia do revisor!!!

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O Ministério da Saúde adverte: Não tente imitar a mulher maravilha

Você acabou de ganhar um bebê e tudo parece cor-de -rosa ou azul bebê, quero dizer, esse é definitivamente um momento muito especial! É praticamente impossível definir em palavras a mistura de emoção e alívio em ter o baby nos seus braços. Na maternidade tudo corre bem, você passa a maior parte do tempo deitada, seu marido está eufórico com as trocas de fraldas, as enfermeiras entram e saem a todo o instante… até que se passam 48hs e você recebe a alta. Nãooooo!

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A chegada em casa depois da maternidade nos remete a nossa antiga vida e rotina, mas agora você tem um novo integrante que demanda seu tempo e energia a todo instante. Esse período é complicado, acredito que os 15 primeiros dias após o parto são definitivamente os piores. Curioso que não se tem muita informação sobre esse período, mas lembro que algumas pessoas me perguntavam: Como você vai fazer depois que o bebê nascer? Alguém vai te ajudar? Você vai ver estrelas quando amamentar, prepare seu peito para a amamentação, suas noites nunca serão as mesmas! Eu pensava comigo mesma “essa gente é louca”!

Pois bem, louca fui eu que inventei de me virar sozinha… talvez tenha faltado um pouco de preparo. No entanto, é difícil, quando se esta grávida, pensar de forma clara e objetiva. A única coisa que pensamos na reta final é na saúde e no nascimento de nosso bebê e nos fechamos para o restante do mundo.

Percebi também que os livros de gestantes abordam pouco a questão da depressão pós- parto, até porque cada mulher tem sua própria experiência. Assim, seria estranho você ler em um desses livros: “não desista, não se jogue pela janela porque tudo vai melhorar em 15 dias”. Acho que o que me ajudou muito foi a ligação de uma amiga no dia seguinte que cheguei da maternidade… ela logo percebeu meu tom de voz e disse “ É ***, amiga, dói né? É difícil mesmo! Em 15 dias tudo estará melhor, vai passar a dor da cesárea, o leite vai descer” .

“Entre 60 a 80 por cento das mulheres passam por isso pouco depois de dar à luz, e muitas delas se sentem exauridas, incapazes de dormir, ansiosas e com uma impressão de estarem “reféns” da situação”.

Foi importante eu saber que não estava sozinha, que alguém entendia meu sentimento. Aliás, sentimento estranho esse porque você sente, mas não sabe se é normal sentir o que você está sentindo. Captou? Eu até hoje me pergunto se eu chorava de felicidade ou de desespero, acho que as duas coisas.. Rssss

Vocês conhecem esses cursos de gestantes? Deveriam incluir um treinamento para os futuros papais, uma aula que explicasse o que ocorre no corpo da mulher após a retirada da placenta, o Boom Hormonal.

Acredito também que quem tem empregada/ babá/ enfermeira/ um processo de amamentação tranquilo / um parente a disposição não “sofre” tantooo.

Na realidade, a minha teoria está baseada na ajuda, porque o que realmente me desgastou depois dos problemas com a amamentação (prometo que vou buscar forças para relembrar esse momento e conto para vocês um dia) foi ter que fazer tudo, ou seja, amamentar, preparar mamadeiras de complemento ao som do choro do bebê, preparar minhas refeições, lavar roupa, trocar fraldas, lidar com a visitas, colocar a mesa de café mil vezes por dia para as visitas, dar atenção ao marido, atender mil ligações por dia, explicar 1000 vezes as mesmas coisas para pessoas diferentes, checar se o bebê está respirando, cólicas, hormônios…. ufa!!

O ponto é: Você desejou muito esse bebê e é claro que você o ama, mas o cansaço e não ter tempo de recarregar as suas energias é a fórmula do desgaste emocional. Me pergunto se as atrizes globais passam por isso.. Oi? Victoria Beckhman passa por isso? Meu veredicto é que deveria ser obrigatório ter e aceitar ajuda no pós-parto, e é claro que os cursos, livros e todo o material para gestantes deveria alertar as mamães para evitar de forma eficaz a depressão pós-parto…

Dicas:

  • ·Tente descansar o máximo possível na maternidade;
  • ·Leve chupeta para o seu baby;
  • ·Coloque seu acompanhante para trabalhar;
  • ·Tenha certeza de que você está amamentando da forma correta.

Compartilhe suas experiência com as Mãerinheiras, escreva seu comentário e ajude as futuras mamães.

Beijo!

http://brasil.babycenter.com/baby/como-fica-depois-bebe/melancolia-pos-parto/

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Todo mundo tem uma opinião

Uma das coisas mais difíceis sobre ser mãe de primeira viagem é que muita gente te trata como se você não soubesse nada. Como se você nunca tivesse tido contato com algum mini-ser. Como se você nunca tivesse lido um livro sobre o assunto. Como se você nunca tivesse procurado um vídeo sobre “ser mãe” e informações afins no YouTube. Como se você não tivesse um parente que tem filhos. Como se você não tivesse amigos que têm filhos. Como se você fosse uma pessoa muito incapaz de aprender com o seu próprio filho. A lista do “como se” é beeeem longa. Mas assim… as pessoas têm que ser perdoadas, elas não sabem o que falam (bem Jesus style, né) e só estão tentando ajudar (além de mostrar uma sabedoria infinita na arte da maternidade e duvidar de forma impiedosa da sua inteligência). Quem tem que aprender a lidar com isso são as mães e filtrar as informações válidas.

Eu já me peguei algumas vezes tendo pensamentos malignos enquanto alguém compartilhava informações tão óbvias quanto “a terra gira em torno do sol” (mas pera, isso nem era tão óbvio a não muito tempo atrás), mas parei para pensar e percebi que, no fim das contas, as pessoas só querem mesmo ajudar. Quem não quer ajudar nem encana de dar opinião. É como uma graaande comunidade de pessoas com conhecimentos testados e aprovados (e reprovados para alguns) que têm o compromisso de compartilhar uma sabedoria milenar capaz de fazer um neném ultra nervoso parar de chorar! Isso é o ouro e não deve parar nunca. Se você se pegar nervosa com alguma sugestão de que você não é “esperta-o-suficiente-para-ser-mãe-desse-neném-que-não-para-de-chorar”, respire fundo, relaxe e ouça o que a pessoa tem pra dizer. Vai que você aprende “a” técnica que pode trazer paz para os seus dias (e para os dias do seu filho, claro)!

Ontem mesmo, se eu tivesse “fechado as portas das opiniões”, não teria aprendido uma técnica supereficiente para acalmar a Alis, que envolve basicamente simular o “apertadinho” do útero fechando os bracinhos do neném sobre o peito, colocando uma pressão leve em cima, e colocar o dedo mindinho na boca do neném com a unha virada para a língua para simular o bico do seio. É pura mágica!

Foto meramente ilustrativa da respiração profunda em caso de necessidade!

E lembre-se: respire, relaxe, e ouça… pode salvar a sua vida!

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Mais uma blogueira no pedaço!

Olá! Na semana passada uma das minhas melhores amigas me convidou para compartilhar minhas experiências de “mãerinheira” de Primeira Viagem e estou mega feliz!

Vou começar me apresentando…. meu nome é Chiara, sou casada, moro em Florianópolis, sou formada em Administração de Empresas com MBA em Gestão Empresarial, canceriana e o mais importante: sou Mãe da Valentina.

Quem me conhece sabe que eu sou organizada, digamos assim, levemente neurótica por arrumação e planos perfeitos, mas ser mãe realmente me pegou de surpresa. Parece absurdo escrever e pensar isso, mas o fato é que minha gravidez não foi planejada, mas também não foi evitada. Nos meus sonhos dourados eu gostaria de ter esperado mais alguns anos para encomendar um baby e hoje agradeço com todas as minhas forças por ter o privilégio de ser mãe da Valentina. Jamais esquecerei o dia 04 de março de 2011, sexta- feira de carnaval quando descobrimos a gravidez.

A partir desse momento nunca me senti mais como “eu mesma”. Parece exagero, mas as pessoas olham para você de forma diferente quando sabem que dentro do seu corpinho mora um bebê… e aí logo senti, eu sabia que tudo seria muito diferente, e, de fato, eu não tinha ideia do que estaria por vir durante os oito meses seguintes de gestação, e principalmente depois do nascimento da Valentina. Logo vocês poderão acompanhar no blog minhas aventuras, dicas, dúvidas, críticas e desabafos da loucura que a maternidade nos proporciona.

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Loucura pós-parto

“Louca, louca, louca, estou ficando louca” era o que eu pensava logo depois que a Alis nasceu. Ninguém nesse mundinho me falou do “baby blues”, da melancolia pós-parto, da loucurada hormonal que rola depois do parto. Nin-guém! De uma hora pra outra me vi chorando por todos os cantos, chorando com cenas i-d-i-o-t-a-s de filmes (eu chorei vendo a última sequência de “Um lugar chamado Notting Hill”, me mata!), com frases proferidas com entonações obscuras (obscuras na minha cabeça, notem), com trocas de fralda, visitas… em basicamente todas as circunstâncias que seguiram as duas semanas após o nascimento da pequena.

Sim, eu tive capacidade de chorar enlouquecidamente mesmo com uma gracinha dessas que, no terceiro dia, já tinha espasmos que pareciam sorrisos!

As pessoas tinham medo de falar comigo. “Lou-ca”, elas pensavam, “ela vai começar a chorar a qualquer segundo”. Uma amiga me pergunta até hoje se eu tô legal, me consola dizendo que as coisas vão melhorar, que eu vou ficar bem. Acho que, pra ela, eu nunca vou me recuperar completamente e o que eu senti deixou cicatrizes profundas no meu ser… e que eu estou me fazendo de louca e fingindo que estou bem agora. A verdade é que eu nunca fiquei mal de verdade. Eu mantinha diálogos longos dentro da minha cabeça entre a minha metade sã e a minha metade louca, e era mais ou menos assim:

LOUCA: Céus, a minha vida acabou, o que eu vou fazer? Eu não sei ser mãe!

SÃ: Melina, você só tá assim por causa dos hormônios, são reações químicas, só isso…

[Pausa para autocomiseração por parte da minha metade louca, seguida de choro]

LOUCA: Mas, mas… [choro]

SÃ: Pare de chorar, recomponha-se, mulher! Parece até que nunca estudou biologia na vida…

LOUCA: Mas NINGUÉM avisou que eu me sentiria dessa forma! Isso acontece com todo mundo? POR QUE diabos as pessoas têm filhos se é isso que se sente depois do parto?

SÃ: Porque as pessoas não SENTEM isso, é só uma reação química no seu cérebro, tô me sentindo uma vitrola aqui, criatura!

[Pausa para a expressão “mas, mas…”]

…*…

A minha metade louca estava sempre procurando uma explicação para justificar aquela melancolia toda, mas a minha metade sã e racional sabia que nada era nada naquela sensação de vazio. Bom, eu estava mais vazia mesmo, isso fazia sentido. Aquela barriga que eu carreguei tranquilamente por nove meses agora não existia mais e, “pior”, ainda precisava de atenção constante, seio, fralda, banho, colo. Falta, eu acho, uma orientação melhor por parte do sistema de saúde, da mídia e priiincipalmente da família, das amigas, das colegas, das pessoas que já viveram isso e sabem que isso passa. E passa mesmo. E depois que passa (correndo o risco de escrever a palavra “passa” 300 vezes no mesmo parágrafo) é uma maravilha. Você percebe que a sua vida não foi roubada, foi presenteada (e agora correndo o risco de parecer brega usando a palavra “presenteada” mesmo).

[Mas assim… eu tive sorte: um marido fodástico que me deu todo o apoio, uma mãe que ajudou com toooodas as minhas crise e uma grande amiga que tinha acabado de ganhar uma filha linda e que me ajudou a superar as crises!]

Cara de "mãe, tudo bem? Você não vai ficar louca de novo, né?"

Nas duas primeiras semanas eu achei que a minha vida ia acabar, que eu nunca mais iria dormir, nunca mais iria ao cinema, nunca mais pegaria uma balada, nunca mais_______ [insira toda e qualquer coisa aqui]. Hoje em dia eu acordo de madrugada para amamentar louca de vontade de cheirar a minha filha. Eu sei, eu sei, coisa de louca, mas uma louca de outro tipo: Louca pela filha. Agora as pessoas me dizem (e eu acho muito irritante, só pra constar) que eu vou estragar a Alis porque estou o tempo todo grudada nela. Nem estou, é intriga da oposição. Acontece que as pessoas chegam na hora que estou com ela no colo, é pura coincidência!

Mas a questão é essa mesmo: passa. Na UFSC tinha uma pichação bem dãr, mas que tem tudo a ver e que todo mundo que estudou lá até 2007 ou 2008 (não me recordo quando a pichação foi coberta) sabia e falava o tempo todo. Ela dizia: “Tudo passa, até uva passa”. Para as futuras mães digo o seguinte: não se descabele (acredite, vai acontecer naturalmente porque nos primeiros dias você nem olha pro seu cabelo), não pense que o mundo acabou, mas chore sempre que quiser porque ajuda muito, mesmo que te achem louca.

Depois fica tudo louco de bom, pode apostar!

PS: O que eu tive foi causado por uma questão hormonal, não foi depressão pós-parto. A depressão pós-parto causa pensamentos muito negativos relacionados a suicídio, incapacidade emocional de cuidar do bebê, entre vários outros sintomas. Se você estiver sentindo qualquer coisa parecida com isso, procure ajuda o quanto antes.

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Livros de gestação e maternidade

Da esquerda pra direita, O que esperar..., The Day-by-Day Pregnancy Book, Encantadora de Bebês e A Vida do Bebê

Eu comprei alguns e ganhei outros, mas a questão é que eu tenho essa pilha de livros sobre gravidez e maternidade. Eles foram úteis, mas também foram demais, mal dei conta de ler tudo. Seguem as minhas apreciações sobre cada um deles…

The Day-by-Day Pregnancy Book, Maggie Blott

Livro todo ilustrado, cheio de fotos, informações úteis e com o tamanho do bebê ao final de cada semana até o começo do segundo trimestre

O livro é bom, interessante, dá dicas muito úteis sobre alimentação, problemas comuns na gravidez, uma descrição diária do crescimento do embrião (que depois da oitava semana passa a ser considerado feto), parto e, no final, um guia sobre como proceder depois do nascimento do baby. É um bom livro para a gestante “se conectar” com a gravidez. É muito bacana saber tudo o que está acontecendo com o bebê, o tamanho que está (até o final do primeiro trimestre o livro mostra o tamanho do bebê ao final de cada semana), se já tem unhas, explica o fenômeno do soluço do bebê dentro da barriga, etc, etc.

Como minha baby já nasceu, estou vendendo o livro por R$50,00 (paguei R$78,00 na Saraiva). Peço que as interessadas deixem comentários com email para eu entrar em contato.

O Que Esperar Quando Você Está Esperando

Uma das poucas figuras do livro (help, sou uma criança!)

Esse livro é legal, mas tenho que confessar que achei meio chato de ler. O comentário a seguir vai parecer mega infantil, mas ele tem poucas figuras (hahahaha!). No início de cada mês da gestação tem uma imagem mostrando como você está e como o bebê está e é basicamente isso. Uma imagem ou outra aparece no decorrer dos meses, mas “não satisfaz”. Em termos de informação, porém, a introdução dele antes de entrar nos meses da gravidez é a melhor. O livro explica detalhadamente questões como alimentação, preocupações comuns (convenhamos, são várias!), exames que devem ser feitos e até mesmo receitas (outra confissão: não fiz nenhuma delas). Outra parte beeem boa dele que só cheguei a aproveitar agora, quase um mês depois do nascimento da minha filha, é a do puerpério. Começa com o dia seguinte, a primeira semana e assim por diante.

A Vida do Bebê Dr. Rinaldo de Lamare

As fotos do livro não são das mais emocionantes (vide a da foto acima), mas o conteúdo é muito bom e é fácil encontrar informações pelo índice no final do livro

Muito bom, muito completo e com uma explicação bem detalhada sobre o primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto… dia de vida. Depois do primeiro mês de vida do bebê, que é todo detalhado em dias e semanas, o livro segue em meses e discute todos os maiores eventos, preocupações, questões de alimentação, saúde e etc. Como o livro foi lançado há algum tempo, algumas informações parecem defasadas, mas percebi que ele foi reeditado e atualizado, então é uma fonte segura. Curti mesmo.

A Encantadora de Bebês Resolve todos os seus Problemas, Tracy Hogg e Melinda Blau

O sagrado método EASY

Levemente psicopata no jeito de escrever e descrever seus casos e com tom de rainha-sabe-tudo, Tracy é o máximo!!! O método EASY que ela desenvolveu (E= alimentação, de “eating”; A = atividade, de “activity”; S = Sono, de “sleeping” e Y = tempo pra você, de “you”) é fantástico e muito fácil de seguir à risca. É bem básico: neném acorda com fome, você alimenta. Neném precisa fazer alguma coisa antes de dormir (mas nem sempre porque eles geralmente apagam depois da mamada), então você troca a fralda e brinca um pouco. Neném precisa dormir e você precisa dormir também ou aproveitar pra colocar alguma coisa em dia. Bom, até agora só li essa parte do livro (haha), mas a impressão que ele já deixou é bem positiva. Além do método easy, Tracy dá várias dicas de alimentação, comportamento do bebê e váaarias outras coisas. Tenho uma amiga que tem um filho de um ano e pouco que disse que a Tracy salvou a vida dela e preciso dizer que a minha vida com certeza foi facilitada pelo método easy… pelo menos eu tenho um “norte” de como o dia deve se desenvolver.

O predileto? A Vida do Bebê… 🙂

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Amamentação, a luta

Eu me encontro no meio de uma luta. Meu leite “desceu”, mas não satisfaz, se é que a leitora me entende, então estou em busca de informações sobre aleitamento materno e encontrei várias coisas interessantes. Bom, em primeiro lugar, Floripa tem um serviço de banco de leite incrível com orientação sobre aleitamento, e fica na maternidade Carmela Dutra. É só ligar lá e pedir para falar com as experts, que são super solícitas e dão todas as dicas sobre como amamentar, como aumentar a produção de leite, etc, etc…

The Feminist Breeder

Encontrei também um post superinteressante no blog The Feminist Breeder, da mãe e feminista Gina Crosley-Corcoran, onde ela fala sobre o direito de amamentar e, mais importante que isso, sobre como a sociedade nos faz acreditar que, quando o leite “não desce”, isso acontece porque não somos capazes de produzir leite. Ela argumenta que o nosso corpo é um “miracle maker”, um “fazedor (haha, tradução tosca) de milagres”. Afinal, de duas células formamos um ser humano inteirinho! Enfim, o debate é mais complexo e vale a leitura. O artigo é em inglês. Link aqui!

O Youtube tem váaaarios vídeos sobre aleitamento, mas não vou postar aqui porque vai rolar uma peitarada sem fim. Basta colocar “aleitamento” ou “breastfeeding” que vários vídeos vão aparecer. O que me chocou, porém, foram os comentários tosquérrimos que li em alguns vídeos, todos escritos por homens, como “que merda, vocês poderiam pelo menos ter usado uma mulher bonita pra fazer o vídeo de aleitamento” e barbaridades do tipo. A existência de seres humanos assim me deixa pasma.

O site babble

O site americano www.babble.com é um belo recurso para gestantes e mães, super recomendo. Além das seções “normais” do site, vários colaboradores mantêm blogs que narram as experiências pessoais das mães em questões de todos os tipos ligadas a maternidade. Alguns posts sobre aleitamento são verdadeiras pérolas porque contam como as mulheres lidaram com dificuldades em relação a amamentação. Um exemplo é este post bem fresquinho da blogueira Selena Mae: link aqui!

Selena e o baby dela depois da luta pela amamentação

Alguém tem alguma dica de fonte sobre amamentação legal e dicas de amamentação a partir de experiências pessoais?

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