Arquivo do autor:Melina

Nos mudamos!

Oi, obrigada pela sua visita, mas mudamos de endereço. Agora você nos encontra no:

http://maisquemaes.wordpress.com

cara nova

Amamos o maerinheira de primeira viagem. Foi o nosso primeiro blog, nosso primeiro nome, nossa primeira casa virtual, mas começamos a sentir que ele precisava ter um nome mais abrangente. Somos mãerinheiras de primeira viagem, e às vezes consideramos até ser de segunda viagem (pausa para o choque), mas começamos a sentir falta de um nome que nos permitisse falar mais, falar sobre coisas que, ainda que estejam de alguma forma relacionadas com a ideia de ser mãe (ser pai, ser tia, tio, avó, avô, simpatizante da causa, coisa e tal), navegassem mais soltas da ideia de ser mãe de primeira viagem. Vem com a gente falar sobre tudo relacionado a maternidade e também sobre moda, feminismo, leituras interessantes de livros, notícias, posts de blogs incríveis, vídeos divertidos e legais e uma cambada de coisas mais! A ideia é ser mãe, mas bem mais que mãe.

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Links da Semana

1. Eu curto cozinhar. Nem toda pessoa curte. Não é coisa de mulherzinha, é amor por picar coisas, misturar tudo, inventar um pouco. Se tem um programa de tv, blog e instagram @rachelkhooks que me inspira é o Pequena Cozinha em Paris, da Rachel Khoo, que aqui no Brasil tá passando no GNT. Eu nem copio as receitas, só me inspiro para criar e sigo a minha intuição. Os resultados têm sido interessantes, em breve posto alguns experimentos.

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2. No site da TPM, uma entrevista com a blogueira Lola Aronovich, pessoa fantástica que foi minha professora durante a graduação. A TPM a apresenta bem, olha só: “A professora e escritora Lola Aronovich, 46, é autora do blog feminista mais acessado do Brasil, o Escreva Lola Escreva. Desde janeiro de 2008 coleciona leitores fiéis e um número de mais de 300 mil visitas e 420 mil pageviews por mês. O debate não se restringe ao post, e a caixa de comentários acaba virando uma área que abriga discussões acaloradas e muitas vezes confissões íntimas. A empatia é tamanha que muitas mulheres passaram a procurá-la pra dividir histórias e pedir conselhos. Isso a levou a criar os Guest Posts, uma seção dedicada aos e-mails que recebe e considera importante dividir. “Já publiquei quase 250 desde que comecei o Escreva Lola; 113 só em 2012”, conta.”

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3. Com tantas pressões para sermos lindas, magras e ricas dentro do padrão doido de beleza da nossa sociedade (mães que o digam!), é difícil não se sentir “fora do padrão”, “feia”, “incorreta”. O texto da Aline Valek fala sobre isso de um jeito bem legal. Aliás, a Aline é o máximo: escreve pacas e sobre assuntos legais. Vai lá, confere o texto.(Falando nisso, aproveita pra ler esse texto, que é DEMAIS!)

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4. Mães precisam de maquiagem (e sim, eu sei que mães não precisam de maquiagem, que na verdade ninguém precisa de maquiagem, mas eu gosto de fazer entradas dramáticas), e ninguém melhor pra ensinar a fazer um make que não parece make que a Lisa Eldridge. Assista a este vídeo, eu prometo que vale a pena e que você vai querer assistir a todos os tutoriais dela. Olha esse sobre usar maquiagem sem parecer que você está usando maquiagem:

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PS: O vídeo dela mostrando como fazer a maquiagem da Audrey Hepburn no filme Bonequinha de Luxo é demais, tá aqui.

5. Adoro esses vídeos que mostram a gravidez inteira em alguns minutos (dois, neste caso), e me arrependo de não ter feito isso na gravidez da Alis, mas nossa câmera na época era tosca e o resultado teria ficado tosco, então ok hehe Olha que fofo esse vídeo:

Por hoje é isso, mas me aguardem durante a semana porque eu amo fazer esse tipo de post!

Baci!

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Bilinguismo na primeira infância

Livros ingles portok

Como já falei aqui pelo blog, minha formação é em letras-inglês. Trabalho com pesquisa acadêmica em inglês, em feminismo e estudos culturais, e tradução. Vira e mexe trabalho como jornalista e editora também. Tendo formação na área e sendo fluente em inglês, tenho grandes interesses em estimular o bilinguismo na Alis, mas como a minha linha de pesquisa e estudo nunca foi no ensino da língua inglesa, não sei bem como proceder. Tenho o meu método de tentativa e erro e, pra dizer a verdade, ainda não vi resultado. A Alis fala português mesmo, mas arranha um inglês nas musiquinhas que toco pra ela da Sesame Street. Bom, mas o que eu faço no dia a dia pra estimular o bilinguismo se resume a três coisas, e três coisas apenas:

  1. Coloco desenhos para ela assistir em inglês (Peppa Pig, Bear in the Big Blue House e Backyardigans.
  2. A Alis escuta músicas principalmente em inglês, e principalmente da Sesame Street (a Vila Sésamo), e já canta comigo (algumas sílabas, né) a música But I Like You.
  3. Leio vários livros pra ela em inglês. Leio poesias do W. H. Auden, livros de fábulas, livro de contos da Disney, livros sobre fósseis, sobre a terra, todo e qualquer assunto que esteja escrito em inglês.

Eu disse “e três coisas apenas” porque eu não faço uma coisa que talvez devesse fazer: não fico conversando com ela em inglês, apenas em português. Seguem abaixo dois links, um mais científico e outro em formato de notícia. Vou fazer uma pesquisa mais aprofundada e postar aqui os resultados, mas por enquanto fica uma sementinha do assunto aqui.

Aquisição do segundo idioma e bilinguismo na primeira infância e seu impacto sobre o desenvolvimento cognitivo inicial, ELLEN BIALYSTOK, PhD.

A possibilidade de que o bilinguismo precoce afete o desenvolvimento cognitivo e de linguagem das crianças tem sido há muito tempo uma preocupação de pais e de educadores. Na primeira metade do século 20, o ponto de vista predominante era de que o bilinguismo e a aquisição de um segundo idioma no início da vida confundiria a criança e interferiria com sua capacidade de desenvolver funções cognitivas normais, e de ser bem-sucedida em ambientes educacionais. Essas ideias passaram por uma reversão radical com um estudo de Peal e Lambert, que constituiu um marco na área e demonstrou a superioridade geral de bilíngues em comparação com monolíngues em uma grande variedade de testes de inteligência e de aspectos de desempenho escolar. As pesquisas recentes têm sido mais equilibradas, identificando áreas nas quais crianças bilíngues são superiores e outras áreas nas quais o bilinguismo não tem efeitos sobre o desenvolvimento.

Bilinguismo infantil: bom ou ruim? Estudo avalia consequências do aprendizado de mais de uma língua durante a infância 

“Dizer que o bilinguismo aumenta a inteligência é tão errado quanto dizer que diminui” – psicóloga Elizabete Flory

Por falarem mais de uma língua, crianças bilíngues desenvolvem mais rápido o que a psicologia chama de “controle inibitório”, pois, enquanto falam uma língua, elas naturalmente inibem a outra. “Isso nos auxilia quando temos muitos estímulos e precisamos nos focar em apenas um deles”, acrescenta Flory.

E dois links em inglês:

Top 5 mitos sobre educar uma criança a ser bilíngue: aqui.

O bilinguismo causa atraso no aprendizado da linguagem? Aqui. 

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1 ano de vida, 1 segundo por dia

A Second a Day from Birth. from Sam Christopher Cornwell on Vimeo.

Vídeo super, super fofo do primeiro ano de vida de um neném igualmente fofo pra começar o seu fim de semana se derretendo de amórrr.

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por | julho 13, 2013 · 11:19 AM

O Ministério da Saúde adverte: Não tente imitar a mulher maravilha

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No ano passado a Chiara publicou um post com esse título, mas ele é tão apropriado para o meu momento que resolvi roubar (perdoa?). Eu andei tentando imitar a mulher-maravilha e, a-di-vi-nha? Não deu certo. É porque não dá mesmo. Tentar fazer 50.000 coisas ao mesmo tempo nunca dá. Eu basicamente calculo o que posso assumir de trabalho + obrigações do doutorado + maternidade e determino um tempo pra cada coisa por dia. Mas eu sou tolinha e esqueço-me de um detalhe nada menos do que essencial da vida: as variáveis. Nada que você pretende fazer dura exatamente o tempo que você estimou, e basicamente porque o mundo não é esse lugar lindão, todo cósmico e espiritualizado que se adapta às suas necessidades. As variáveis vêm e BAM nos seus planos. Sono, por exemplo. Peguei uns freelas superdivertidos de tradução e de jornalismo. Legal, curto trabalhar e fico grata sempre que rolam freelas legais. Eu sou do tipo que prioriza trabalho freela porque gosto da ideia de ser chamada cada vez mais para fazê-los, então tá, esse é um detalhe. O outro detalhe é que eu tenho dois artigos do doutorado para entregar nas próximas duas semanas, então separei as noites para trabalhar neles, mas entra aí a variável #1, o sono, prova de que não adianta tentar ser mulher-maravilha, porque ela provavelmente não tem sono. Outro detalhe tipo que também super-mega-hiper importante: a variável Alis. Filho é um bichinho dependente. Não dá pra esquecer na frente da TV e deixar que se vire (embora, né, aconteça em momentos de grande necessidade): tem que educar, brincar, participar, preparar refeições saudáveis, dar banho, trocar fraldas e tal. Tem gente que não curte conciliar tudo isso. Eu curto. Eu quero ser a mulher-maravilha, quero mesmo, com todas as minhas forças, mas percebi que não rola. O que eu percebi ontem, depois de ir dormir às 23:30h um caco de gente, é que não dá pra tentar ter tudo, ser tudo e ainda fazer bem-feito, então resolvi priorizar. Vou começar a dizer não. Vou dizer sim para traduções, que é um trabalho que eu acho divertido e que tem poucas variáveis: eu, meu cliente, meu computador e a internet. Vou dizer sim para o doutorado porque é uma escolha minha que, além de eu achar que tem o poder de enriquecer meus conhecimentos, constrói um futuro profissional pra mim que eu quero desde que decidi fazer letras-inglês. Vou dizer MEGA-SIM pra Alis porque, lendo um livro muito interessante da Elisabeth Badinter chamado The Conflict: How Modern Motherhood Undermines the Status of Women [O Conflito: Como a Maternidade Moderna Enfraquece o Status da Mulher, ainda sem tradução no Brasil], comecei a me fazer a pergunta que ela faz no livro: por que as mulheres querem ser mães? Das mulheres que não querem ser mães, sempre esperamos respostas, mas nunca perguntamos para aquelas que são mães os porquês da decisão delas, e isso ficou na minha cabeça até que eu cheguei em algumas respostas:

1. Porque eu sempre quis ter uma família construída por mim (+ namorido, of course)

2. Porque eu não acho que deixo de ser autônoma ou de ter individualidade simplesmente porque tenho que me doar imensamente para outro ser

3. Porque não acredito que perder-se um pouco no outro é perder-se, mas achar outro lado de si mesm@

4. Porque gosto de festas de Natal cheias de gente

5. Porque gosto de cafés da manhã agitados

6. Porque adoro ouvir barulhinhos de outras pessoas fazendo coisas pela casa

7. Porque quero envelhecer sabendo que tenho filhos que, espero, serão também (e principalmente) amigos

Acho que os motivos nem param por aí, consigo pensar em vários outros para “justificar” a minha decisão, mas nem acho que é bem por esse caminho que a autora leva a discussão, esse foi apenas o rumo que o meu pensamento tomou. O livro, na verdade, levanta questões interessantíssimas sobre como a nossa sociedade controla o lugar da mulher no mundo de diversas formas, entre elas por meio do controle da desigualdade de salário entre homens e mulheres, forçando a mulher a ser a pessoa a escolher ficar em casa caso o casal decida não colocar o neném na escolinha para os dois trabalharem (alguns países nem têm essa opção da escolinha tão fácil quanto no BR, vale lembrar). Num cenário desses, que casal vai escolher tirar do mercado de trabalho a pessoa que ganha o melhor salário? Enfim, estou no comecinho do livro, mas estou gostando da abordagem levemente radical da autora porque precisamos, sim, pensar em como a sociedade nos impõe opções que talvez não seriam as nossas primeiras escolhas de tivéssemos sequer a chance de reconhecer as outras escolhas para, então, escolher.

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A realidade da mulher-que-não-é-maravilha: métodos mnemônicos para levar o básico do básico: almoço da cria

Pra finalizar, faço três considerações: (1) tentar ser mulher-maravilha dá trabalho, é preciso analisar se compensa ou não; (2) ler o livro da Badinter faz bem para acordar certas partes do cérebro que ficam dormentes com tantas mensagens subliminares mundo afora ditando o que temos que fazer/escolher/ser e (3) esquece o que eu disse no item #1: mulher-maravilha não existe, é um mito criado por pessoas neuróticas que acreditam que podem dar conta de tudo (myself included).

E desejem-me sorte para terminar os meus artigo a tempooo!

Beijo!

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ATENÇÃO: Recall de fivelas de cadeirinhas de bebês para carro

Problema em fecho pode acarretar desprendimento da criança.
Campanha abrange itens da Chicco, Burigotto, Peg-Pérego e Galzerano.

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As marcas de produtos infantis Galzerano, Chicco e Burigotto anunciaram recall da fivela do cinto de segurança de cadeiras de bebê para automóveis (bebê-conforto) em razão do risco de abertura do fecho em caso de batida e eventual desprendimento da criança do dispositivo.

Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, a campanha de chamamento envolve o modelo Auto-Fix, da Chicco, equipados com o dispositivo “Daphne 0” e comercializadas entre 1º de janeiro de 2010 e 16 de maio de 2013. No caso da Burigotto (que também distribui os produtos Peg-Pérego), fazem parte da campanha de recall os modelos Burigotto Neonato, Peg-Pérego Tri-Fix K e Navetta XL, fabricadas entre janeiro de 2010 e maio de 2013. A Galzerano informou que o recall envolve os modelos de bebê conforto do modelo “Piccolina”.

Para ler a matéria completa, acesse este link.

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Links divertidos

Links de terçaofi

Dando aquele rolê pela blogosfera, encontrei coisas divertidas, sente só:

1. O blog Agora Sou Mãe, da Bia Mendes, além de blog, também é loja de camisetas com temas de maternidade, e agora a Bia também vende camisetas para daddies em formação, eu fiquei muito fã dessa:

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2.No New York Times, a seção Room For Debate traz um assunto que tá super em voga, “Should women delay motherhood?”, ou “As mulheres deveriam adiar a maternidade?”, e chama vários experts para discutir a questão. Não achei o debate mega aprofundado, mas algumas opiniões estão bem interessantes (como a da Mary Ann Mason e da Elisabeth Gregory). Link aqui.

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3. Um artigo bem legal na Carta Capital sobre os fiscais da militância, ou seja, sobre como o senso comum enxerga as militantes feministas que criticam o que parece bobo a olhos não treinados, como o corpo da Barbie, a cor do Kinder ovo e outras coisas que só colaboram com a continuidade de certos estereótipos que levam a problemas maiores. O texto é da Clara Averbuck, é curto e dá uma ideia bem boa de porque a militância é importante (e nós, mães, temos que ficar muito ligadas nisso para não darmos continuidade a estereótipos nocivos, vale a leitura).

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4. Explicando a Revolta do Vinagre para a Clarice, que tem 2 anos, no blog “Para Clarice ler quando crescer”, coisa mais linda do mundo.

5. Receita que parece muuuito deliciosa e que vou testar no fim de semana, de mousse de chocolate e café com merengue de caramelo e canela (NHAM!): aqui. 

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6. Aqui, várias ideias divertidas de como documentar a passagem dos meses na vida dos babies. A-do-rei e confesso que fiz quase nada disso no primeiro ano de vida da Alis (mas tirei milhaaaares de fotos dela).

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É isso, gente, links de domingo agora são links de terça-feira haha Maternidade: fazendo que você se adapte às mudanças da vida desde que o mundo começou!

Beijo!

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