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Amamentação – Aplicativos para celular

Olha eu madrugando aqui novamente, mas é por uma boa causa! Quando eu estava fazendo uma busca de aplicativos para a gestação descobri outros apps bem legais. Vou confessar que ainda não testei todos, mas resolvi começar a compartilhar com vocês assim podemos trocar figurinhas. Olha esse! O nome do app é Aleitamento :))

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Os papais e mamães, principalmente os de primeira viagem, têm muitas dúvidas em relação ao seu recém-nascido, seu crescimento, desenvolvimento e sobre a melhor forma de nutri-lo com segurança.
Afinal, o que fazer quando o bebê chorar? Devo dar mamadeira? Chupeta? Somente leite do peito? E se não conseguir? Meu leite é “fraco”, o que faço? Como amamentar sem sentir dor? Como devo segurar o bebê?

Pensando nisso, desenvolveram esse aplicativo para ajudar você, mãe ou pai, repleto de questionamentos, e fazer com que esse momento às vezes angustiante seja o mais gratificante de sua vida. Com ele você terá um guia seguro sobre AMAMENTAÇÃO, apresentando:

– DICAS PRECISAS para cada mês do seu bebê, desde a gestação até o seu segundo ano de vida;
– RESPOSTAS para suas dúvidas mais comuns;
– CRONÔMETRO para você controlar suas amamentações em cada seio, ou nos dois simultaneamente (em caso de gêmeos), com a possibilidade da gravação dos dados para se ter um histórico acurado;
– DIÁRIO, onde você pode fazer anotações sobre seu bebê, mantendo um registro dos momentos mais especiais que podem ser enviados por e-mail para o seu pediatra e/ou amigos;
– MAPA para localizar os estabelecimentos essenciais mais perto de você que deem suporte ao aleitamento materno, como os Bancos de Leite Humanos;
– CALENDÁRIO DE VACINAS atualizado, para que você tenha um controle fácil e rápido, fazendo com que as imunizações do seu filho não atrasem;
– NOTÍCIAS sobre amamentação vindas do site “aleitamento.com”, o maior portal do Brasil sobre o tema;
– e muitas outras informações.

Com a supervisão de um pediatra especialista em aleitamento, o aplicativo está aqui para estreitar e apoiar o princípio mais elementar da relação pai/mãe/filho: a amamentação.

Adorei!! Espero que funcione.. rsss, vou testar! Bjs!!

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Criança que dorme pouco engorda

Image“Um estudo canadense mostrou que pouco sono pode aumentar o peso da garotada. Fique atenta, então, às horas de repouso do seu pequeno. Assim como o adulto, a criança que repousa menos do que deveria — 11 horas, no mínimo — acaba ganhando alguns quilos. Foi o que mostrou um estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, feito com mais de mil meninos e meninas entre 2 e 6 anos de idade. Ao final da pesquisa, 26% das crianças que dormiram menos de dez horas ficaram acima do peso, enquanto só 10% dos que passaram mais do que isso debaixo dos lençóis viram o ponteiro da balança subir. “Ainda não há uma explicação, mas os dados parecem consistentes”, comenta Fábio Ancona Lopez, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Uma hipótese recai sobre os hormônios que estimulam o apetite — eles seriam secretados em maior quantidade na meninada que não dá muita bola para o descanso. “Criança precisa de rotina”, ensina Ancona Lopez. Por isso, estabeleça horários para ela brincar, comer e ir para a cama. E, à noite, nada de agitação. Do contrário, fica difícil relaxar.” fonte

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Calendários de vacinação

Vou confessar que sempre fiz a maior confusão com a caderneta de vacinação, mas agora a Valentina está em dia com todas as vacinas. Com a correria do dia-a-dia é normal atrasar um pouco as datas estabelecidas, mas fique de olho para não se “perder”.

Abaixo você encontra os calendários de vacinas recomendados/oferecidos pelas principais instituições do país.

Calendário de Vacinação – MS

Calendário Básico de Vacinação da Criança oferecido pelo Ministério da Saúde do Brasil.

Calendário de Vacinação – SBP

Calendário de Vacinação da Criança recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

Calendário de Vacinação – SBIm

Calendário de Vacinação da Criança recomendado pela Associação Brasileira de Imunizações.

Calendário de Vacinas do Prematuro – SBIm

Calendário de Vacinação do Bebê Prematuro recomendado pela Associação Brasileira de Imunizações.

Calendário de Vacinas para crianças com síndrome de Down – SP

Calendário de Vacinas para crianças com síndrome de Down oferecido no Estado de São Paulo.

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Bolo de Chocolate da Vovó

Gente olha que coisa mais fofa e fácil de fazer:

ImageSabe aqueles dias que você está na correria e tem um café com as amigas ou festinha na escola, então… é só fazer duas receitas de bolo (cenoura, leite, chocolate, milho, etc…) colocar uma cobertura linda e uns confetes e pronto!

Vou compartilhar com vocês minha receita preferida e que eu amo com toda a minha “gula” porque ela é uma delicia, fácil de fazer, baratinha e mega especial já que minha mãe fazia esse bolo como ninguém!

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Para cobertura eu normalmente uso brigadeiro, deixo no ponto mais mole e uso mais manteiga que de costume. Hummm……
No aniver da minha sobrinha eu e a minha irmã fizemos duas receitas (dois bolos) em forma redonda e colocamos o brigadeiro no meio dos dois bolos e cobrimos ele todo de brigadeiro (pensa em uma coisa boa!!). * São 3 ovos ok? ficou apagadinho na receita.

Espero que gostem, bjs!!

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É conjuntivite?

Olá! Por aqui são 02h am  e alguém resolveu acordar… acho que ela pode estar incomodada pela conjuntivite :(( Estou aqui no sofá esperando a Valentina colaborar e dormir novamente e vou aproveitando para atualizar o blog porque amanhã só Deus sabe como vai ser o nosso dia. E seu filho já teve conjuntivite?

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Mantendo o bom humor

A conjuntivite ocorre quando uma infecção, um alérgeno ou algum outro agente irritante inflamam a membrana transparente que cobre a parte branca do olho e o lado de dentro da pálpebra (chamada conjuntiva). À medida que o sistema imunológico da criança tenta combater a infecção, o olhos dela poderão lacrimejar ou ficar cheios de secreção (cheios de remela).  (Foi assim que percebemos que tinha alguma coisa errada com a Valentina, depois de 1 minuto que limpávamos o olho dela a secreção verdinha se formava rapidamente no cantinho do olho).

Caso seu recém-nascido pareça estar com conjuntivite, fale com o médico o quanto antes, já que isso pode ser uma infecção séria para uma criança nesta fase. O tratamento vai depender do tipo de conjuntivite que o bebê tem, coisa que só o médico é capaz de identificar. A doença é muito incômoda, mas em poucos casos é grave. Lembre-se: A água boricada, que era usada antigamente nos olhos, não é mais indicada pelos médicos, devido ao risco de intoxicação. O ácido bórico pode ser absorvido e causar lesões. Use soro fisiológico ou água filtrada para compressas e para limpar as secreções.

Conjuntivite viral

A conjuntivite viral geralmente passa sozinha em, mais ou menos, uma semana. O pediatra vai recomendar que você mantenha a área limpa passando uma gaze com água filtrada, água mineral ou soro fisiológico (uma gaze em cada olho, se os dois estiveram infectados). Se a conjuntivite não der sinal de melhora em uma semana, volte a falar com o médico.

Conjuntivite bacteriana

Se for uma infecção bacteriana, o médico vai receitar um colírio antibiótico para pingar nos olhos do bebê. Ao aplicar, tente mirar no canto do olho quando seu filho fechar os olhos. Quando ele os abrir, o remédio vai acabar escorrendo para dentro. ( a conjuntivite da Valentina é bacteriana e por aqui vamos aplicando o colírio de 3/3 horas e é uma negociação to tipo: uma gotinha e a mamãe te dá uma bala #vidademãe!!!)

Lave bem as mãos antes e depois de cuidar dos olhos do bebê e nunca use o mesmo remédio que já tinha em casa. Medicamentos antigos provavelmente não são mais estéreis e podem piorar a infecção. Será preciso comprar um colírio novo. (nós compramos e como é um colírio antibiótico vc vai precisar de receita médica)

Use gaze e água filtrada ou mineral, ou ainda soro fisiológico, para limpar as casquinhas que se formam em volta do olho do bebê. Não use água boricada, que não é mais indicada pelos médicos para esse tipo de tratamento.

É verdade que conjuntivite pega fácil?

Sim. Tanto a forma viral quanto a bacteriana são extremamente contagiosas. Para impedir que a doença se espalhe pela casa, lave as mãos sempre que terminar de cuidar dos olhos do bebê e mantenha as toalhas, roupas e roupa de cama dele separadas das do resto da família, além de lavá-las com frequência. Seu filho também não vai poder frequentar a escolinha ou a creche enquanto estiver com conjuntivite. (lá, lá, lá… nessas horas vc odeia a escolinha porque sabe que muito provavelmente foi lá que ele pegou a “pereba”, mas também valoriza cada centavo que paga porque ficar o dia todoo com os pequenos não é fácil)

Para mais informações indico o BabyCenter

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Como agasalhar seu filho?

Casaco, luva, cachecol, gorro! O armário dele pode estar cheio de roupas e acessórios, mas tome cuidado para não exagerar.

DicaFundoFrio

“Exagerar nas roupas da criança, dependendo do frio que estiver lá fora, pode gerar um incômodo muito grande e aumenta o risco de transpiração, desidratação e brotoejas. Por isso, para que seu filho não sofra desnecessariamente, é preciso ter, principalmente, bom senso.

Para a pediatra Rosângela Garbers, existe um mito de que as crianças sentem mais frio do que os adultos, e os pais devem sempre lembrar que isso não é verdade. Por outro lado, segundo a pediatra do Ambulatório de Pediatria Social do Hospital Sírio Libanês Carolina Luisa Alves Barbieri, os bebês pequenos – principalmente os menores de seis meses – têm o mecanismo de regulação da temperatura ainda muito imaturo e a pele ainda muito fina, fatores que colaboram para fazer o bebê perder mais calor que o adulto, mas isso não significa que eles serão mais friorentos.
“Os bebês de até seis meses devem ser agasalhados de acordo com a temperatura ambiente e, de um modo geral, com uma peça de roupa a mais que o adulto”, diz a especialista. Já as crianças maiores devem usar a mesma quantidade de roupas de inverno que os adultos. Não há razão para exagerar, segundo a pediatra.

Evite sair de casa em dias muito frios
O principal problema de sair com os filhos pequenos no frio é, de acordo com Tadeu Fernando Fernandes, vice-presidente do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo, a impossibilidade de aquecer o ar que eles respiram. “Este ar frio faz mais mal do que o que bate no corpo, então é melhor evitar sair de casa com os pequenos durante a noite e se estiver ventando muito”, diz. O vento pode ocasionar, principalmente, dor de ouvido e de garganta, afirma Rosângela.

Se as pessoas precisarem sair de casa com crianças durante os dias mais frios, Tadeu afirma que luvas e gorros são importantes para os recém-nascidos, mas nem tanto para os que já passaram dos seis meses de vida. “E se a criança não aceitar, não precisa insistir. É melhor cobrir com uma coberta até chegar a um lugar fechado”, sugere. Já Carolina acha que se a temperatura estiver muito baixa estes acessórios são indicados até mesmo para crianças mais velhas. Segundo ela, a cabeça é o local de maior perda de calor na criança e as mãos costumam estar frias.
Nariz gelado ou pescoço quente
Para saber se um bebê está usando muita ou pouca roupa, os pais devem ficar atentos para saber se o pequeno está transpirando ou com o nariz gelado, que mostra que a criança está com frio. “Se as roupas próximas à pele estiverem úmidas, o cabelo da região da nuca estiver molhado e o pescoço quente, provavelmente ela está excessivamente agasalhada”, diz Carolina. A pediatra Rosângela Garbers lembra que estes cuidados deverão permanecer até os dois anos de idade da criança, que é quando ela já é capaz de pedir para tirar o casaco. “É preciso respeitar as crianças quando atingem idade suficiente para se expressarem diante do excesso ou falta de agasalhos”, ela afirma.

Cuidado com peças de lã
O recomendado é que as crianças usem roupas confortáveis – que proporcionam maior qualidade de vida – ao invés de peças justas, de tecido sintético ou muito pesadas. “Pais devem dar preferência às roupas de algodão, principalmente as que terão contato direto com a pele”, afirma Carolina. Afinal, algumas peças de roupa de inverno – mesmo as infantis – podem causar alergia nas crianças como casacos de lã, por exemplo. Neste caso, a especialista sugere que os pais optem por roupas de lã antialérgica.

A especialista ainda comenta que, em dias muito frios, os pais devem preferir o vestuário dos filhos no estilo “casca de cebola”, ou seja, várias peças de roupa ao invés de apenas um casaco muito pesado, por exemplo. “Assim, se houver uma mudança brusca de temperatura, é possível tirar ou acrescentar uma peça na criança”, diz. Para que não haja reações alérgicas ou aparecimento de doenças respiratórias, Carolina sugere que os agasalhos, edredons e cobertores sejam lavados antes de usar.”

Fonte

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por | julho 8, 2013 · 8:46 AM

Maternidade X Trabalho

Aviso: este post ficou GIGANTE, mas creio que o assunto pede um post gigante mesmo. Espero que gostem e/ou que ajude na reflexão “maternidade X trabalho”.

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Já falei bem brevemente sobre o assunto maternidade X trabalho aqui e a Chiara falou aqui, mas acho que é preciso falar de novo e sempre porque este papo dá muito pano pra manga e é, eu acredito, uma das questões fundamentais quando se pensa em ter filhos ou não. Veja bem, eu disse uma das questões, não a única, mesmo porque cada pessoa tem condições e necessidades particulares. Não quero dar aqui a impressão de que estou generalizando, vou apenas dar a minha opinião sobre como resolvi este dilema e como vejo que as pessoas em volta o resolvem.

Bom, a minha história aconteceu assim: quando engravidei (e a gravidez foi semi-planejada, porque achamos que, parando com a pílula, não engravidaríamos imediatamente, e foi isso que aconteceu), estava trabalhando em uma empresa das 9 às 18h. Eu gostava do meu trabalho, adorava os meus colegas e tinha a certeza de que voltaria a trabalhar e organizaria um esquema com o meu marido e com as avós/tias para tentar fazer com que a Alis não ficasse em período integral na escolinha todos os dias. Depois que a Alis nasceu, já não tive mais tanta certeza, mas a minha situação é bem particular. Eu estava trabalhando em uma empresa, mas tenho veia acadêmica. Amo estudar teorias cabeçudas (não que eu as entenda, mas amo) e tenho mestrado, então sempre tive a ideia de fazer doutorado quando meu filho ou filha nascesse. Pois bem. Alis nasceu, eu entrei em licença maternidade e estava me programando para tirar os 4 meses + 1 mês de férias, e então meu marido tiraria 1 mês de férias e, se você é bom/boa com contas, percebe que a nossa intenção era colocar a Alis na escolinha quando ela completasse 6 meses. É, mas isso não aconteceu. Meu chefe na época insistiu muito para eu voltar a trabalhar antes e acabamos fazendo um acordo: eu voltaria antes das férias se pudesse trabalhar 5 horas por dia na empresa + 3 em casa até a Alis completar 1 ano para ela não precisar ser matriculada em período integral. Ai, que tolinha que eu fui em acreditar que daria conta de trabalhar com neném em casa. Eu sei que várias pessoas conseguem, e acho mesmo que é possível se você estiver a fim de uma aventura de três turnos, mas eu não consegui. Senti culpa, senti remorso, senti vontade de curtir esse primeiro ano com ela sem ter que trabalhar no meio período em que eu deveria trabalhar de casa.

Foi aí que tracei um plano. Desde que me formei em letras – inglês, sempre trabalhei como tradutora autônoma e encontrei aí uma solução. Entrei em contato com as empresas que costumavam me mandar trabalhos esporádicos e me ofereci para trabalhar com mais frequência. Uma vez que as traduções meio que se igualaram ao meu salário na empresa onde trabalhava, pedi demissão (imagina o caos que foi a minha vida no mês em que decidi colocar o plano em prática). Saí da empresa e me dediquei 100% ao ofício da tradução e foi ó-ti-mo. Alis continuou (continua) na escolinha por meio período e é este o momento que uso para trabalhar e estudar. Inscrevi-me como aluna especial no doutorado, fiz o projeto e a prova e passei. O meu plano deu certo e me possibilitou fazer o que eu queria fazer, que era passar o tempo com a Alis realmente com ela, levando-a para passear, brincando, curtindo e realmente participando desse momento da primeira infância.

Agora seguem algumas considerações sobre o meu caso e a minha opinião sobre o assunto. Eu escolhi uma profissão onde a maleabilidade do tempo de trabalho é possível. Eu sei que muita gente não tem essa opção, então a minha opinião é a seguinte: se eu fosse médica ou engenheira ou sei lá e tivesse e quisesse trabalhar o dia inteiro, começaria a trabalhar com um elemento chato que atrapalha demais a vida: a culpa. Seja qual for a escolha de uma mãe: trabalhar das 8 às 17h,  parar de trabalhar, organizar os horários para poder passar mais tempo com o filho ou filha, a culpa tem que sair do cenário logo no começo. Para mulheres que querem ser mães e não querem dar uma pausa ou desacelerada na vida profissional, eu digo: não pausem e não desacelerem (embora eu ache que desacelerar é uma consequência por causa do cansaço no primeiro ano). Vai ser melhor pra todo mundo: pra mãe, pro pai e pro neném se a mãe fizer o que sente que tem que (e pode, claro) fazer. Parar de trabalhar para ficar durante anos e talvez até por uma vida inteira se remoendo não vale a pena para ninguém, mas a minha opinião é que tem que ser sem culpa. Temos hoje em dia ótimas escolinhas que cuidam muito bem dos nenéns, mas muito bem mesmo. Vejo pela Alis. Como é boa a relação dela com as professoras e com os coleguinhas. Ela se alimenta super bem na escola, às vezes melhor do que em casa, ela aprende a ter rotina, aprende musiquinhas e parece sentir que aquele é o espaço dela, o espaço onde ela interage com a galera dela, sabe? Juro que acho que os coleguinhas dela que ficam na escolinha em período integral parecem tão felizes quanto ela.

A minha mãe, por exemplo, só pôde ficar comigo e com a minha irmã até completarmos 3 meses cada uma e foi-se de volta para o trabalho. Passamos muito tempo com babás e em escolinhas e não fiquei traumatizada. Tenho um ótimo relacionamento com a minha mãe e uma certeza absoluta: conhecendo-a como a conheço, sei (tenho certeza) que se ela tivesse largado o trabalho por nós não seria a mulher bem resolvida que é hoje, com a vida profissional que tem e teve. À minha volta e na minha própria escolha vejo o mesmo. Quem quis sair do trabalho assim o fez ficou mais feliz quando chegou a hora de voltar (minha irmã, que se dedicou 100% aos filhos até eles completarem uma certa idade e hoje em dia está encaixada e feliz no mundo profissional). Eu, que dei uma reorganizada na vida para poder dar mais atenção à Alis e ainda assim trabalhar, estou muito satisfeita. E quem tiver que voltar ao mercado de trabalho, tem que voltar sabendo que o filho ou filha será bem cuidado na escolinha e, é claro, se esforçar para fazer quase todos os momentos juntos serem especiais, com passeios, atenção e brincadeiras (na verdade, isso vale pra todo mundo, vamos combinar, e eu disse “quase todos os momentos juntos” porque, sejamos honestos, somos humanos). Além disso (minha opinião, repito), acho que vale a pena dar umas escapadas do trabalho para tirar o filho mais cedo da escola de vez em quando, usar o horário do almoço para visitar na escolinha, enfim, não encarar o trabalho como uma pequena prisão para onde você vai para ficar longe d@ filh@ o dia inteiro. Vira e mexe vejo os pais dos coleguinhas da Alis que ficam em período integral visitando os filhos no horário do almoço, nem que seja pra caminhar um pouco na frente da escolinha e dar umas risadas.

Por enquanto é isso. Espero poder contribuir mais com esse assunto de suma importância assim que der início aos meus estudos sobre maternidade (falei um pouco sobre isso aqui).

Beijos, mamacitas, e força na peruca!

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