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Nos mudamos!

Oi, obrigada pela sua visita, mas mudamos de endereço. Agora você nos encontra no:

http://maisquemaes.wordpress.com

cara nova

Amamos o maerinheira de primeira viagem. Foi o nosso primeiro blog, nosso primeiro nome, nossa primeira casa virtual, mas começamos a sentir que ele precisava ter um nome mais abrangente. Somos mãerinheiras de primeira viagem, e às vezes consideramos até ser de segunda viagem (pausa para o choque), mas começamos a sentir falta de um nome que nos permitisse falar mais, falar sobre coisas que, ainda que estejam de alguma forma relacionadas com a ideia de ser mãe (ser pai, ser tia, tio, avó, avô, simpatizante da causa, coisa e tal), navegassem mais soltas da ideia de ser mãe de primeira viagem. Vem com a gente falar sobre tudo relacionado a maternidade e também sobre moda, feminismo, leituras interessantes de livros, notícias, posts de blogs incríveis, vídeos divertidos e legais e uma cambada de coisas mais! A ideia é ser mãe, mas bem mais que mãe.

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Como evitar os enjoos na gravidez

 “Cerca de 70% das mulheres grávidas sentem enjoos no primeiro trimestre da gestação, no entanto, algumas sofrem deste problema durante toda a gravidez.” fonte

Quem esta passando por essa fase ou já passou sabe que é barraaa, os enjoos na gravidez são bastante comuns e são mais frequentes durante o primeiro trimestre. Eu lembro que na parte da manhã os enjoos eram bem mais intensos e atribuo ao fato do período noturno sem ingerir nenhum alimento (não dá para comer dormindo né? rss). Para mim esse momento era um drama, levantar, tentar comer algo, na hora de escovar os dentes então (uiiiii!) eu tinha que contar até 10 e às vezes conseguia evitar o vomito. Depois eu seguia para o trabalho dirigindo e me concentrando muito para não fazer um fiasco no transito, e só depois do almoço eu realmente ficava “bem”. O pior (e isso eu sempre falo para as grávidas), não era vomitar, mas sim ficar com aquela sensação de enjoo. Só de lembrar já me dá um arrepio! Bem, no meu caso depois do primeiro trimestre eu raramente ficava enjoada com alguma coisa, ehhhhh!!

Você sabiam que:  “os enjoos durante a gravidez devem-se às alterações hormonais, e algumas grávidas sofrem deste problema com mais frequência do que outras, a maioria das vezes os enjoos são completamente inofensivos para a gravida e para o bebê, no entanto, em algum caso podem constituir um problema que causar a desidratação da mulher, foi o que ocorreu com a duquesa Kate Middleton.” fonte

 

Existem alguns cuidados que a mulher pode ter para atenuar os enjoos, confira:

* Coma biscoitos água e sal antes de levantar da cama. Durante a noite fica muitas horas sem comer, e os enjoos tendem a agravar-se com o estômago vazio, leve alguns biscoitos de água e sal para a mesinha de cabeceira da sua cama e come 2 ou 3 antes de se levantar; (eu comecei a fazer isso e ajudou muito)

* Coma pouco mas várias vezes ao dia, o estômago demasiado cheio dificulta a digestão e pode aumentar o mau estar e os enjoos, coma de 2 em 2 horas; (eu não tinha essa disciplina)

* Evite alimentos gordurosos, muito condimentados e alimentos doces; (ops! cheguei a comer uma barra de chocolate sozinha, mas fritura eu evitava sempre)

* Evite deitar logo após comer, se não tiver contra indicações médicas depois das refeições principais faça uma caminhada de 5 a 10 minutos; (não tente fazer isso, principalmente nos últimos meses de gravidez porque parece que vc vai morre sem ar!)

* Beba bastante água ao longo do dia, a água é fundamental para evitar uma série de problemas durante a gravidez e atenuam os enjoos; (sim, eu andava grudava com uma garrafa)

* O gengibre é um dos melhores alimentos para combater os enjoos na gravidez, prepare um chá ou então compre rebuçados e balas de gengibre, já existem algumas marcas que comercializam este tipo de doces, específicos para grávidas; (Ohhh, que legal!!)

Espero que gostem das dicas, bjs!!

fonte de apoio

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Bilinguismo na primeira infância

Livros ingles portok

Como já falei aqui pelo blog, minha formação é em letras-inglês. Trabalho com pesquisa acadêmica em inglês, em feminismo e estudos culturais, e tradução. Vira e mexe trabalho como jornalista e editora também. Tendo formação na área e sendo fluente em inglês, tenho grandes interesses em estimular o bilinguismo na Alis, mas como a minha linha de pesquisa e estudo nunca foi no ensino da língua inglesa, não sei bem como proceder. Tenho o meu método de tentativa e erro e, pra dizer a verdade, ainda não vi resultado. A Alis fala português mesmo, mas arranha um inglês nas musiquinhas que toco pra ela da Sesame Street. Bom, mas o que eu faço no dia a dia pra estimular o bilinguismo se resume a três coisas, e três coisas apenas:

  1. Coloco desenhos para ela assistir em inglês (Peppa Pig, Bear in the Big Blue House e Backyardigans.
  2. A Alis escuta músicas principalmente em inglês, e principalmente da Sesame Street (a Vila Sésamo), e já canta comigo (algumas sílabas, né) a música But I Like You.
  3. Leio vários livros pra ela em inglês. Leio poesias do W. H. Auden, livros de fábulas, livro de contos da Disney, livros sobre fósseis, sobre a terra, todo e qualquer assunto que esteja escrito em inglês.

Eu disse “e três coisas apenas” porque eu não faço uma coisa que talvez devesse fazer: não fico conversando com ela em inglês, apenas em português. Seguem abaixo dois links, um mais científico e outro em formato de notícia. Vou fazer uma pesquisa mais aprofundada e postar aqui os resultados, mas por enquanto fica uma sementinha do assunto aqui.

Aquisição do segundo idioma e bilinguismo na primeira infância e seu impacto sobre o desenvolvimento cognitivo inicial, ELLEN BIALYSTOK, PhD.

A possibilidade de que o bilinguismo precoce afete o desenvolvimento cognitivo e de linguagem das crianças tem sido há muito tempo uma preocupação de pais e de educadores. Na primeira metade do século 20, o ponto de vista predominante era de que o bilinguismo e a aquisição de um segundo idioma no início da vida confundiria a criança e interferiria com sua capacidade de desenvolver funções cognitivas normais, e de ser bem-sucedida em ambientes educacionais. Essas ideias passaram por uma reversão radical com um estudo de Peal e Lambert, que constituiu um marco na área e demonstrou a superioridade geral de bilíngues em comparação com monolíngues em uma grande variedade de testes de inteligência e de aspectos de desempenho escolar. As pesquisas recentes têm sido mais equilibradas, identificando áreas nas quais crianças bilíngues são superiores e outras áreas nas quais o bilinguismo não tem efeitos sobre o desenvolvimento.

Bilinguismo infantil: bom ou ruim? Estudo avalia consequências do aprendizado de mais de uma língua durante a infância 

“Dizer que o bilinguismo aumenta a inteligência é tão errado quanto dizer que diminui” – psicóloga Elizabete Flory

Por falarem mais de uma língua, crianças bilíngues desenvolvem mais rápido o que a psicologia chama de “controle inibitório”, pois, enquanto falam uma língua, elas naturalmente inibem a outra. “Isso nos auxilia quando temos muitos estímulos e precisamos nos focar em apenas um deles”, acrescenta Flory.

E dois links em inglês:

Top 5 mitos sobre educar uma criança a ser bilíngue: aqui.

O bilinguismo causa atraso no aprendizado da linguagem? Aqui. 

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