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Lá vai minha filha – por Hilda Lucas

Recebi de uma amiga esse texto lindo e que nos remete aos sentimentos da maternidade e resolvi compartilhar…. nada melhor para começar esse dia lindo!

Lá vai minha filha quase voando no seu vestido etéreo.

La vai minha filha do olho grande, da pele morena e do cheiro de feijão. A menina que estreou a mãe em mim. A menina que chegou trazendo todo um universo de novidades: emoções, medos, encantamentos, aprendizados. Crescemos juntas: eu aprendendo a ser mãe e ela aprendendo a ser ela mesma. Descobrimos duas palavras mágicas: ela me chamou mãe e eu a chamei filha. Palavras novas e tão viscerais que pacientes esperavam para se cumprir.

Éramos duas sendo uma em muitos sentidos. Carne da minha carne, fruto do meu amor, sonho dos meus sonhos. Ela me expandia e eu a protegia. Ela me dava a mão e eu todos os sumos. Ela me dava a eternidade e eu lhe dava asas. Ela me alargava o coração e eu lhe ensinava a caminhar sozinha. Ela me cobria de beijos e eu a cobria de bênçãos. Ela me pedia colo e eu lhe pedia sorrisos. Ela me traduzia e eu a decifrava. Ela me ensinava e eu lhe descortinava o mundo. Ela me apontava o novo e eu lhe ensinava lições aprendidas no passado. Ela me falava de fadas e princesas e eu lhe falava de avós e gentes. Ela me emprestava seus olhos encantados e eu rezava por um mundo melhor. Ela me tirava o sono e eu cantava para ela dormir. Ela me alegrava a vida e eu vivia para ela.

Quando um filho nasce começamos a nos despedir dele no mesmo instante. Nosso ele só é quando no ventre. Depois somos seus abrigos, seus condutores, seus provedores sem nunca esquecer que eles começam a ir embora no dia que nascem. No começo o tempo parece parar. A plenitude da maternidade e a dependência dos pequenos criam uma ilusão de que será assim para sempre. Mas não, eles crescem inexoravelmente em direção à independência. Cumpre-se o ciclo da vida e é melhor que seja assim, caso contrário, significa que algo de muito triste, inverso ou perverso aconteceu.

Lá vai minha filha. Assim seja.

Olho seus olhos enormes e profundos e vejo os mesmos olhos que ainda na sala de parto me olharam intrigados, solenes, como que me reconhecendo, me convocando. Eu disse sim à minha filha, imediatamente, a segui desde aquele instante, entregue, eleita. O amor que eu senti foi tão avassalador e instantâneo que eu cheguei a ter medo. Sim, na hora que nasce o primeiro filho, a gente compreende a fragilidade da vida, a fugacidade das coisas e a passa a ter medo de morrer. O fato dela precisar de mim me tornava única, imprescindível. Eu não podia falhar, eu não podia morrer, afinal foi ela quem me escolheu. A partir dali, tudo mudou, meu espaço, meu papel, minha relação com o mundo adquiriu outra dimensão: eu era sua mãe!

Crescemos juntas. Somos amigas. Mãe e filha. Ao longo desses anos rimos, choramos, brigamos, resolvemos impasses, estreitamos laços, vencemos batalhas, enfrentamos noites escuras. Contamos uma com a outra, sempre. Às vezes era eu quem a socorria outras vezes era ela quem me amparava. Não foram poucas as vezes em que os papéis se inverteram e ela foi minha mãe. Às vezes me pergunto se eu dei a ela tanto quanto recebi. Sinceramente, acho que não. Desde o momento zero ela transformou minha vida e, num movimento contínuo, faz de mim uma pessoa melhor.

Lá vai minha filha. Apaixonada e confiante. Ensaiando vôos, escolhendo caminhos, encerrando ciclos.

Eu feliz, penso: cumpra-se!

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Sangramento pós-parto

Olá Meninas,

Acho que já falei em algum post que temos uma amiga grávida  e por isso tenho lembrado e pensado na minha gravidez. Lembrei de um episódio difícil e resolvi compartilhar com vocês. Eu sempre soube que existia o sangramento pós-parto, na época uma amiga já tinha me alertado que ela  ficou “menstruada” durante uns 30 dias seguidos após o parto. O fato é que no meu caso não foi bem assim.

Vamos lá… a Valentina nasceu na terça e na quinta recebi alta. Na maternidade eu estava  “amamentando”  e a Valentina deveria ter uma boa reserva porque não estava faminta nas primeiras 48hs, mas quando cheguei em casa (na quinta)  tudo mudou e ela começou a mamar continuamente. Na sexta tive sérios problemas (feridas no peito por amamentar de forma “errada”) com a amamentação e a Valentina tomou sua primeira mamadeira. Sábado eu consegui amamentar e complementar com mamadeira e domingo consegui começar a amamentar para valer (tipo.. só peito). Ok, na segunda de noite comecei a sentir muita cólica e minha médica já tinha me alertado que a amamentação ajuda o útero a contrair e começar a retornar para seu tamanho “normal”. Eu estava sentada amamentando e sentindo essa cólica e de repente senti como se estivesse fazendo xixi na calça. Pedi para o meu marido pegar a Valentina e fui no banheiro rapidinho porque pensei que era alguma coisa com a bexiga, mas não, era muito sangue saindo de uma vez só ( na cor vermelho vivo), limpei tudo, troquei o absorvente e voltei a amamentar e ai passaram uns 10 minutos e senti novamente uma “enxurrada” chamei meu marido correndo e ele pegou a Valentina e corri para o banheiro e ele para internet. Na hora eu pensei que iria morrer, é sério mesmo… parecia filme de terror aqui em casa, os absorventes pós-parto não deram conta do recado. Foi muito sangue e coágulos enormes saindo rapidamente. Eu estava tomada por aqueles malditos hormônios do pós-parto, liguei para minha médica e ela disse que era “normal” e eu acatei, mas vou confessar que hoje sinto raiva porque sei que não foi normal.

Fiquei muito fraca e depois da questão “amamentação” estar quase superada fisicamente e emocionalmente (tive problemas para amamentar durante dois dias que pareceram eternos porque sofri para caramba!!!) veio todo esse sangramento que sugaram minha energias e mais uma vez fiquei mega frágil e abalada (repito: pensei que iria morrer!!).

Acho que se isso acontecer após a próxima gravidez vou correndo para a emergência da maternidade e ai quero ver se ninguém vai fazer nada vendo aquele sangue todo que não foi contido por nenhum mega absorvente.

Depois de uma madrugada apreensiva e muita cólica o episódio se repetiu mais uma vez de forma moderada e depois disso eu usei carefree durante mais alguns dias e acabou o sangramento pós- parto (tbm né, foi muito sangue de uma vez só que não sobrou mais nada). Confiram o texto do baby center e alguns comentários:

O que é o sangramento pós-parto?

Toda mulher tem sangramento vaginal depois de ter um bebê. É o corpo eliminando o material que revestia o útero durante a gestação. É como uma menstruação, com um fluxo mais intenso, às vezes irregular. Essa secreção também recebe o nome de lóquios. À medida que o útero vai se contraindo e voltando ao tamanho normal, a intensidade do sangramento diminui, e a cor também muda: de vermelho vivo para rosa e depois para amarronzado ou amarelado.

Quanto tempo esse sangramento dura?

Para algumas mulheres, dura só duas ou três semanas; para outras, até seis. O sangramento vermelho vivo deve ir embora depois de no máximo duas semanas. Se não for, é sinal de que talvez você esteja abusando das atividades. Reduza seu ritmo. Caso nos dias seguintes o fluxo continue intenso e bem vermelho, fale com o médico. (acho que posso ter abusado das atividades, tenho mania de arrumação e pensando bem a Valentina nasceu na terça (cesárea)  e no sábado eu já estava varrendo a casa).

Há algo que eu tenha de fazer?

Não. A única providência é ter em casa, antes de ir para a maternidade, uns dois ou três pacotes de bons absorventes noturnos. (Leia mais sobre de quantos absorventes você vai precisar depois do parto.) Você pode levar um pacote para a maternidade, para o caso de não gostar do tipo fornecido pelo hospital. Absorventes internos não podem ser usados nas primeiras seis semanas do pós-parto, porque podem levar bactérias para o útero e causar infecções.

Quando devo me preocupar? Procure o médico se o sangramento:

• exigir a troca de mais de um absorvente por hora (isso aconteceu comigo)

• continuar muito intenso e vermelho depois da segunda semana

• de repente ficar vermelho e intenso de novo depois da segunda semana, e não melhorar com o repouso

• tiver coágulos grandes (maiores que uma bola de pingue-pongue) (sim! Isso tbm aconteceu comigo, viram.. dá próxima vez saio correndo para a maternidade sem pensar duas vezes!)

• tiver um cheiro ruim, ou se você tiver febre e/ou calafrios. (tive calafrios e me senti mega fraca)

É raro, mas algumas mulheres sofrem da chamada hemorragia pós-parto secundária. Se você tiver uma hemorragia muito intensa depois que o fluxo já tinha diminuído (precisando de mais de um absorvente por hora), procure imediatamente o médico, mesmo que não haja coágulos. Pode ser um sinal de que um pedaço da placenta acabou ficando dentro do útero, ou de que o útero não está voltando ao tamanho normal como deveria. Também procure ajuda médica imediatamente se estiver sangrando e sentir que vai desmaiar.

Para mais informações: clique aqui

* Desculpas os “detalhes”, mas estamos aqui para isso!! Bjs!!

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Links da Semana

1. Eu curto cozinhar. Nem toda pessoa curte. Não é coisa de mulherzinha, é amor por picar coisas, misturar tudo, inventar um pouco. Se tem um programa de tv, blog e instagram @rachelkhooks que me inspira é o Pequena Cozinha em Paris, da Rachel Khoo, que aqui no Brasil tá passando no GNT. Eu nem copio as receitas, só me inspiro para criar e sigo a minha intuição. Os resultados têm sido interessantes, em breve posto alguns experimentos.

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2. No site da TPM, uma entrevista com a blogueira Lola Aronovich, pessoa fantástica que foi minha professora durante a graduação. A TPM a apresenta bem, olha só: “A professora e escritora Lola Aronovich, 46, é autora do blog feminista mais acessado do Brasil, o Escreva Lola Escreva. Desde janeiro de 2008 coleciona leitores fiéis e um número de mais de 300 mil visitas e 420 mil pageviews por mês. O debate não se restringe ao post, e a caixa de comentários acaba virando uma área que abriga discussões acaloradas e muitas vezes confissões íntimas. A empatia é tamanha que muitas mulheres passaram a procurá-la pra dividir histórias e pedir conselhos. Isso a levou a criar os Guest Posts, uma seção dedicada aos e-mails que recebe e considera importante dividir. “Já publiquei quase 250 desde que comecei o Escreva Lola; 113 só em 2012”, conta.”

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3. Com tantas pressões para sermos lindas, magras e ricas dentro do padrão doido de beleza da nossa sociedade (mães que o digam!), é difícil não se sentir “fora do padrão”, “feia”, “incorreta”. O texto da Aline Valek fala sobre isso de um jeito bem legal. Aliás, a Aline é o máximo: escreve pacas e sobre assuntos legais. Vai lá, confere o texto.(Falando nisso, aproveita pra ler esse texto, que é DEMAIS!)

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4. Mães precisam de maquiagem (e sim, eu sei que mães não precisam de maquiagem, que na verdade ninguém precisa de maquiagem, mas eu gosto de fazer entradas dramáticas), e ninguém melhor pra ensinar a fazer um make que não parece make que a Lisa Eldridge. Assista a este vídeo, eu prometo que vale a pena e que você vai querer assistir a todos os tutoriais dela. Olha esse sobre usar maquiagem sem parecer que você está usando maquiagem:

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PS: O vídeo dela mostrando como fazer a maquiagem da Audrey Hepburn no filme Bonequinha de Luxo é demais, tá aqui.

5. Adoro esses vídeos que mostram a gravidez inteira em alguns minutos (dois, neste caso), e me arrependo de não ter feito isso na gravidez da Alis, mas nossa câmera na época era tosca e o resultado teria ficado tosco, então ok hehe Olha que fofo esse vídeo:

Por hoje é isso, mas me aguardem durante a semana porque eu amo fazer esse tipo de post!

Baci!

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Férias de julho: brincadeiras para fazer com as crianças dentro de casa

Gente, gente! Que frio é esse?

Tá difícil de circular por ai, vamos combinar que nossa cidade não tem estrutura nenhuma para os dias de frio, só nos resta ficar em casa ou ir ao shopping com os pequenos. Ontem levei a Valentina no #KidsPark  do #iguatemiflorianopolis, mas estava lotado e foi estressante ter que ficar controlando as crianças grandes misturadas com as pequenas. Não deu para relaxar, tive que ficar sempre pertinho dela para evitar um “atropelamento”, Ok! ela adorouuu!! Nós já tínhamos estado lá durante a semana e adoramos! Agora no fim de semana fica evidente a carência de uma área baby. Hoje nós iríamos na Galinha Pintadinha, mas a Valentina acabou vomitando na parte da manhã, depois fomos almoçar no shopping e o xixi passou e ai acabamos vindo para casa dar banho, depois pediu mamadeira e dormiu e agora quem é que me tira de casa com esse tempinho? Nós estamos aproveitando para trabalhar e colocar as coisas em dia e vocês?

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Vou passar mais algumas sugestões de brincadeiras indoor ok? Confiram:

Dança das cadeiras

Esta brincadeira é antiga, mas desenvolve a coordenação, o ritmo, a concentração e a agilidade dos pequenos. As crianças correm ao redor das cadeiras e, quando a música termina, tentam sentar. Como sempre falta um lugar, um participante cai fora a cada rodada. Mas você não precisa desmontar a sala ou levar a mobília para o playground. Recorte círculos ou quadrados de cartolina colorida e fixe as figuras no chão com fita crepe.

Eu sou assim

Deite seu filho sobre uma grande folha de papel e risque o contorno do corpo dele. Depois peça que complete a figura – dos 3 aos 6 anos, é um ótimo exercício de reconhecimento do esquema corporal. Dica: deixe um espelho por perto para consultas eventuais. Se a brincadeira for em grupo, misture os desenhos no final e desafie as crianças a identificar quem é quem.

Mosaico de papel

Quem não gosta de picar papel? Com uma tesoura ou as mãos, reduza revistas velhas a quadradinhos de tamanho regular – crianças mais velhas podem se encarregar da tarefa. Ponha o material em potes, forneça folhas de papel e cola branca (fica mais fácil usar com pincel) e deixe que soltem a imaginação formando e preenchendo figuras.

Massinha para os miúdos

Modelar exercita a musculatura das mãos e a coordenação motora fina. Quer uma receita muito fácil e que não representa risco para os pequenos, que põem tudo na boca? Tome nota: numa tigela, junte 1 xícara de sal refinado com a mesma medida de farinha de trigo. Acrescente água aos poucos e vá amassando até que a mistura fique homogênea, sem grudar nas mãos – você pode tingi-la com suco artificial em pó. Dura três dias, se guardada na geladeira em saco plástico.

Experiências na cozinha

Para quem tem filhos pequenos, uma boa ideia é escolher uma receita gostosa e fácil de preparar. Ignore a bagunça, deixe seu filho fazer descobertas e aproveite a diversão do momento para cozinhar a muitas mãos. Dica: prepare bolinho de chuva. Peça para as crianças ajudarem no preparo da massa e você cuida da fritura – sem deixar que se aproximem do fogão, é claro! Você também pode preparar um delicioso chocolate quente. Deu água na boca?

Hora da leitura

Se ler é bom e aprender a ler com prazer é fundamental, encontrar maneiras de se aconchegar para esses momentos é uma delícia! Vocês fazem a escolha: na rede, num monte de almofadas no chão, na cama embaixo do edredom…

Espero que tenham gostado, visite os links abaixo para mais ideias de brincadeira:

1. Dicas da Revista Abril

2. Dicas IG

3.Dicas UOL

Bj!!

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Aprendendo a falar

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post de “mamãe babona”

 

Gente eu tenho um papagaio  de 1 ano e nove meses em casa! A Valentina está uma figura… soltou a língua de vez e já faz  um mês que percebemos ( em casa e na escola ) que ela está soltando o verbo. Desde sempre converso com ela, que mãe não fica falando com o bebê o tempo todo? Meu marido viajou em abril e voltou no inicio de junho e ficou espantado com a evolução da fala. Canta musicas sozinha, aprendeu nossos nomes, cores, nariz, boca e todo o resto ela tira de letra, animais, dita seus desejos, conta até 10 e repete tudo o que escuta. Já estamos naquela fase em que precisamos ficar atentos a tudo o que é dito. Acho que alguns fatores podem ter ajudado (claro que é impossível afirmar, massss):

– desde sempre ela escuta muita música e assim que conseguia tentava reproduzir algum som;

– como ela ainda tem crises do tipo…querer  ficar agarrada em mim eu sempre (desde que ela era micro baby e talvez não entendesse nada que eu falasse) tentava explicar minhas ações.. tipo: “Valentina a mamãe vai te deixar na cama, não chora (p-l-e-a-se!)! Olha para a mamãe.. vou colocar a blusa, agora a calça, a meia, o sapato, agora o brinco, colar, pulseira, vamos pentear o cabelo, escovar o dente… ufa!! Não é fácil, rsss, mas é assim que eu tenho que fazer  às vezes para conseguir  sair de casa.

– minha irmã que diz que eu falo com a Valentina como se eu estivesse falando com um adulto, mas por algum motivo é assim que eu faço. Vamos combinar que ninguém aguenta ficar o dia todo falando tudo no diminutivo.

“Segundo a fonoaudióloga, o processo de aquisição da fala por parte da criança está totalmente ligado à educação exercida pelos pais. Para ela, pai e mãe devem orientar a criança a pronunciar a palavra corretamente, de forma suave, evitando palavras no diminutivo. “Não é interessante que os pais se comuniquem com o filho utilizando diminutivos. Além da criança ter muito mais facilidade em pronunciar ‘boneco’ do que ‘bonequinho’, ela terá mais facilidade de nomear e gravar as palavras por serem mais fáceis de falar”, explica.” fonte 

As pérolas desse final de semana foram:

  1. ontem fomos visitar as tartarugas no projeto Tamar e ela disse: “tacaruga tomando banho mamãe”;
  2. Ela estava brincando no balanço e um menino sentou no balanço ao lado dela e ela disse para ele: “segura firme”
  3. A conjuntivite deu o ar da graça e ela disse: “tadinha Tina dodói”
  4. Quando entramos no carro para ir embora ela entendeu que era hora de ir para casa e disse: “agora Fish” (nossa  cachorrinha se chama Tifany)
  5. Passei pano no chão e ela: “tá molhado mamãe”
  6. Se faz algo que ela sabe que é errado diz: “ai, ai, ai, Tina” (a pessoa de meio metro se auto repreende// Figura!).

O detalhe é um mini ser dizendo essas coisas, temos q ficar muitooo  contidas para não esmagar!!

Confira o que dizem os especialistas:

O desenvolvimento completo da linguagem dura, em média, quatro anos. “Cada criança, no entanto, tem um ritmo. Enquanto algumas pronunciam as primeiras palavras aos 10 meses, outras começam a falar com 1 ano e meio. As duas situações são perfeitamente normais”, explica a fonoaudióloga Renata Santiago Donegá, do Hospital e Maternidade São Camilo, em São Paulo.

Mas até que idade elas costumam se enroscar com as palavras? Segundo os especialistas, entre 4 e 5 anos de idade, a criança já forma frases de cinco palavras, tem um vocabulário de 1.500 termos, em média, e emprega substantivos, adjetivos e advérbios. Se esse não for o caso do seu filho, é hora de buscar ajuda. “As causas podem ser emocionais ou físicas, como um problema auditivo. Cabe ao profissional avaliar a situação e indicar o tipo de tratamento”, diz o neuropediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo.

Sem infantilizar

A evolução da linguagem depende de estímulos externos e, claro, das características de cada criança. Umas são naturalmente mais “tagarelas”. Como se aprende a falar ouvindo, imitando e, principalmente, falando, o melhor incentivo é conversar com seu filho. “Daí a importância de falar certo com a criança, o que inclui não infantilizar a linguagem. A linguagem tatibitate pode ser engraçadinha, mas prejudica a memória auditiva de quem está aprendendo a falar e, em alguns casos, a escrever”, ressalta a fonoaudióloga. Mais importante que falar direito, no entanto, é ter vontade de se comunicar. “Trocar letras como o ‘p’ pelo ‘b’, típico nessa fase, mostra apenas um atraso no desenvolvimento da fala. Quando a criança não tenta se comunicar, entretanto, o problema pode ser mais grave, até uma deficiência mental”, diz o neuropediatra Muszkat.

Bons estímulos

– Descreva as atividades do dia-a-dia em voz alta para a criança.

– Ensine-a a usar o telefone.

– Leia histórias maiores.

– Incentive-a a falar sobre os amigos, tarefas escolares e programas de TV.

– Mostre interesse pelos assuntos da criança, prestando atenção em suas histórias.

Confira também esses links:

Meu filho troca as letras das palavras

Aprendendo a falar

Aprendendo a falar desde cedo

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Exames na gravidez

Se você está gravida ou pretende ficar, confira a lista de exames e procedimentos que fazem parte do pré-natal para garantir a saúde da gestante e do bebê.

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Primeiro trimestre

  • Ultrassom Transvaginal: deve ser realizado  assim que o resultado positivo é conhecido. O objetivo desse exame é confirmar a gravidez e verificar se a localização está correta – uma gravidez ectópica (nas trompas), por exemplo, é inviável. O médico também poderá ver o número de embriões e estabelecer a idade da gestação, dado importante para calcular a data provável do parto e acompanhar se o desenvolvimento do feto está coerente com sua idade uterina.
  • Hemograma total: esse exame investiga possíveis alterações que podem prejudicar a gravidez ou o bebê. Quando algo é detectado – infecções ou anemia, por exemplo – é necessário tratar com medicamentos adequados.
  • Tipagem sanguínea: confirma o tipo sanguíneo da gestante e mostra qual o fator Rh (negativo ou positivo) do sangue. Isso é importante pois quando a mãe possui Rh negativo e o pai Rh positivo significa que o filho poderá ter Rh positivo e ser incompatível com a mãe. O bebê não corre riscos em uma primeira gravidez. Mas, após o parto, o organismo materno reconhecerá o sangue Rh positivo como inimigo. Nas próximas gestações, caso o bebê seja Rh positivo, fará o organismo materno produzir anticorpos que irão lhe causar problemas como anemia e deficiência mental. Para prevenir, a gestante com Rh negativo deve receber uma vacina específica na 28ª semana e nas primeiras 72 horas depois do parto. Grávidas com Rh negativo em sua segunda gestação devem fazer o exame Coombs Indireto, que detecta a presença dos anticorpos.
  • Sorologia para Rubéola e Toxoplasmose: caso a gestante já tenha apresentado estas doenças (rubéola ou toxoplasmose), estará imune. Caso contrário, ela receberá orientações de como evitá-la. Se a grávida não teve rubéola, mas foi vacinada anteriormente não deve se preocupar. Quem não foi vacinada não pode receber o medicamento nesse momento. Essas doenças podem prejudicar seriamente o desenvolvimento do bebê. Há tratamento para toxoplasmose durante a gestação, o que pode reduzir a chance de acometimento fetal, por isso a importância do diagnóstico.
  • Sorologia para Citomegalovírus e para Sífilis: as duas doenças podem ser transmitidas para o bebê e prejudicar seu desenvolvimento. Quando o resultado é positivo, o recém-nascido também será investigado e medicado. No caso da sífilis é possível cuidar da grávida, que será tratada com penicilina ou outra droga se for alérgica. Sobre a infecção do Citomegalovírus, também há a possibilidade de tratamento intrauterino.
  • Sorologia para Hepatite B e HIV: o objetivo desse exame é detectar a presença dos vírus que as causam e, em casos positivos, prevenir que a doença passe para o bebê, prejudicando seu desenvolvimento através de medidas específicas na hora do parto.
  • Tolerância à Glicose: o exame detecta o diabetes, problema que pode prejudicar o desenvolvimento do bebê e o organismo da grávida quando não controlado. Caso tenha diabetes, a gestante receberá orientações sobre mudanças na alimentação e medicamentos. Quando o resultado é negativo, o exame é repetido por volta da 24ª semana ou se houver alguma suspeita.
  • Tireoide: o exame verifica o funcionamento da tireoide através das dosagens dos hormônios específicos e também auxilia a adequar a dosagem do medicamento no caso de mulheres que já estão em tratamento. Tanto o hiper quanto o hipotireoidismo, os dois problemas mais comuns, prejudicam a gestação quando não controlados.
  • Urina 1 e Urocultura: esses exames detectam infecções que podem causar problemas na gestação e até partos prematuros. Esses exames serão repetidos nos próximos trimestres ou se houver alguma suspeita de infecção.
  • Parasitológico de Fezes: é realizado para detectar protozoários e verminoses que causam anemia materna.
  • Papanicolau: o médico poderá solicitará o exame caso a mulher esteja a mais de dois anos sem fazê-lo. O objetivo é investigar câncer no colo do útero e infecções.
  • Ultrassom Morfológico do 1º Trimestre: realizado entre a 11ª e 14ª semana, avalia o desenvolvimento do bebê e possíveis malformações. Nele é realizada a Translucência Nucal, a medida de uma prega localizada na nuca do feto. Tal medida, quando fora dos padrões, pode apontar o risco do bebê ter Síndrome de Down. Quando ele é associado ao OSCAR, um exame de sangue que dosa a Proteína Plasmática Associada à Gravidez (PAPP-A) e a Beta Gonadotrofina Coriônica Humana (BHCG), aumentam as chances de acerto no diagnóstico.

Segundo trimestre

  • Ultrassom Morfológico do 2º Trimestre: realizado entre a 20ª e 24ª semana – preferencialmente na 22ª – neste exame o bebê é analisado mais detalhadamente. É possível verificar problemas físicos, cardíacos e renais que, quando detectados precocemente, possuem mais chance de serem solucionados.
  • Ultrassom Transvaginal: realizado entre a 20ª e 24ª semana, verifica a medida do colo do útero. Quanto mais curto, maior o risco de parto prematuro. Caso esse seja o caso, o médico aconselhará a gestante a repousar, usar medicamentos ou até realizar uma pequena cirurgia, a cerclagem, para garantir a gravidez até o final.
  • Fibronectina Fetal: solicitado a partir da 22ª semana, também serve para avaliar o risco de parto prematuro.

Terceiro trimestre

  • Ultrassom Obstétrico do 3º Trimestre: Realizado entre a 34ª e 36ª semana, além de reavaliar o desenvolvimento do bebê, também verifica se a quantidade de líquido amniótico e a maturidade da placenta estão compatíveis com o tempo de gestação. Ambos, quando alterados, podem interferir na saúde do bebê e adiantar o parto.
  • Sorologias: algumas das sorologias realizadas no primeiro trimestre são repetidas por volta da 35ª semana para afastar a possibilidade de doenças antes do parto.
  • Cultura da bactéria estreptococo B: solicitado também por volta da 35ª semana, aponta a presença do estreptococo B, uma bactéria que vive na região vaginal e anal. Ela não causa mal para grávida, mas é transmitida durante o parto e prejudica o bebê.

Exames extras

  • Ultrassom 4D: é possível ver detalhes do bebê quase como em uma foto. Esse exame auxilia no diagnóstico de algumas malformações quando combinados com o ultrassom de rotina.
  • Ultrassom com Doppler: o exame é realizado por um equipamento associado ao ultrassom que mostra o fluxo nos vasos sanguíneos da mãe e do bebê e a resistência vascular das artérias umbilicais, cerebrais e a uterina. Pode ser requisitado quando a gestação é de risco (grávidas com hipertensão, diabetes ou doenças autoimunes, por exemplo) ou se há alguma suspeita de problemas no desenvolvimento do bebê.
  • Perfil Biofísico Fetal: pode ser requisitado a partir da 28ª semana, combina a ultrassonografia e a cardiotocografia computadorizada. É possível observar a quantidade de líquido amniótico, os movimentos físicos e respiratórios do bebê, seu tônus e sua frequência cardíaca.

Exames invasivos

  • Esse tipo de exame é realizado quando há suspeita de alguma alteração cromossômica no bebê, que pode causar síndromes. O objetivo é analisar o bebê através de materiais genéticos colhidos da gestante. As indicações são Translucência Nucal fora do padrão, casos de alterações cromossômicas em gestações anteriores, nos pais ou na família, grávidas com mais de 40 anos.
  • Biopsia do Vilo Corial: realizado entre a 11ª e 14ª semana. Com a ajuda do ultrassom, o médico insere uma agulha no abdômen da grávida e retira uma amostra do tecido placentário. Existe um risco pequeno, de 0,5%, de o procedimento causar sangramento ou até mesmo interromper a gravidez.
  • Amniocentese: realizada a partir da 16ª semana e é semelhante ao da biopsia: guiado pelo ultrassom, o médico insere uma agulha no abdômen da gestante e retira uma amostra do líquido amniótico. Também há o risco de 0,5% de prejudicar a gravidez.
  • Cordocentese: realizada a partir da 20ª semana de gestação, também guiada pelo ultrassom, a agulha é direcionada para o cordão umbilical para retirar amostras do sangue fetal. Há risco de 2% de perda gestacional.

Fonte

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Aplicativos para celular essenciais para a gestação

Se você está grávida ou tentando engravidar, vai gostar desse post:))

Listamos cinco aplicativos que irão trazer informação e facilitar a sua vida durante e após a gestação. Já faz tempo que queremos colocar esse post no blog.. .os aplicativos de celular para a gestação são os “queridinhos do momento”. Quando ficamos gravida o celular vira +/- o seu melhor amigo depois  do ginecologista/obstetra. Pintou uma duvida, surgiu uma novidade, sentiu uma pontadinha diferente na barriga.. pronto! Pega o celular e corre para procurar o que o que pode significar. A minha médica me falou que hoje em dia é super complicado atender as paciente porque elas já chegam no consultório com as perguntas x respostas e o questionam tudo o que os médicos falam? Pois então, o fato é que esses Apps são muito legais e vão ajudar você a entrar no mundo maravilho dos bebes e entender tudo o que acontece semanalmente. Confira a nossa seleção:

Guia Crescer de Gravidez

Está grávida ou se preparando para ficar? Então vai adorar a novidade que CRESCER traz para você. O aplicativo “Guia Crescer da Gravidez” para celular iPhone ou iPod Touch vai acompanhar o desenvolvimento do seu bebê ainda na barriga. E o melhor é que ele é grátis. Basta baixá-lo na loja da iTunes pelo link . Esse aplicativo oferece para você todos os detalhes da sua gravidez , álbum de fotos, qual nome escolher e a  tradicional lista do enxoval. Acesse para mais informações Revistas Crescer

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Grávida App

Disponível para iOS, o Grávida App tem uma simples e importante missão para quem está planejando ter um filho: descobrir quando ocorrerá o período fértil. Baseado no último ciclo menstrual, ele faz o cálculo aproximado ( cálculo funciona somente para mulheres que possuam ciclos de 28 dias) e o aplicativo não requer cadastro para ser usado. Para calcular a data do seu próximo período fértil é preciso inserir o seu último ciclo menstrual. Além da data de início e fim, ele ainda apresenta uma projeção, caso ocorra a gravidez, do período em que seu bebê deverá nascer. O cálculo para o parto varia em dois dias antes e dois após de uma possível data, porém o Grávida App peca por não salvar os dados. Ele é gratuito e compatível com iOS 3.0 ou superior.

gravida

Minha Gravidez Hoje

Use o aplicativo mais útil para futuras mamães e papais. Feito especialmente para você pelo BabyCenter, o maior site do mundo sobre gravidez e bebês, que dá orientações confiáveis a mais de 25 milhões de pessoas de vários países. É só informar a data prevista de parto que o Minha Gravidez Hoje transforma seu Android ou iPhone num guia cheio de informações úteis (  Minha gravidez dia a dia , Imagens do desenvolvimento fetal, Lista de tarefas, Vídeos de tirar o fôlego, Calculadora da data do parto, Guia de nutrição)   para cada dia da gestação. Você vai se sentir mais preparada para a chegada do bebê e conseguir respostas para todas as suas dúvidas, sempre que precisar. Todas as informações de saúde são aprovadas pelo Conselho Médico do BabyCenter.

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I’m Expecting – Pregnancy App

Desenvolvido pela GE e a MedHealp, o I’m Expecting é uma aplicativo para iPhone que permite as grávidas a controlarem a sua gravidez e se familiarizarem com o que está por vir. Para nós o grande diferencial desse app é o fato de você poder compartilhar os sintomas com milhares de outras mulheres do mesmo período gestacional, obter dicas de como minimizá-los e acompanhar semanalmente a gravidez e o bebê, controle do ganho de peso, agendamento de consultas, compartilhar informações com o obstetra além de acesso de qualquer computador a seus dados com a possibilidade de imprimi-los.

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Pais e Filhos

Esse app ajuda a acompanhar o desenvolvimento do bebê desde o inicio da gravidez até o dia do nascimento. Ele permite adicionar anotações e fotografia a cada uma das etapas – criando um diário pessoal único e interativo que pode ser acessado a qualquer momento onde estiver. E o mais bacana deste aplicativo, é que ele dá dicas a cada semana de gestação não só para nós mamães, mas também fala sobre o desenvolvimento do bebe, sobre a alimentação e dicas para os papais.

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Espero que tenham gostado, estamos de olho em novos aplicativos e em breve eles estarão listados aqui no blog. Fique de olho, curta nossa página no facebook  e indique para futuras mamães. bjs!!

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