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Amamentação – Aplicativos para celular

Olha eu madrugando aqui novamente, mas é por uma boa causa! Quando eu estava fazendo uma busca de aplicativos para a gestação descobri outros apps bem legais. Vou confessar que ainda não testei todos, mas resolvi começar a compartilhar com vocês assim podemos trocar figurinhas. Olha esse! O nome do app é Aleitamento :))

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Os papais e mamães, principalmente os de primeira viagem, têm muitas dúvidas em relação ao seu recém-nascido, seu crescimento, desenvolvimento e sobre a melhor forma de nutri-lo com segurança.
Afinal, o que fazer quando o bebê chorar? Devo dar mamadeira? Chupeta? Somente leite do peito? E se não conseguir? Meu leite é “fraco”, o que faço? Como amamentar sem sentir dor? Como devo segurar o bebê?

Pensando nisso, desenvolveram esse aplicativo para ajudar você, mãe ou pai, repleto de questionamentos, e fazer com que esse momento às vezes angustiante seja o mais gratificante de sua vida. Com ele você terá um guia seguro sobre AMAMENTAÇÃO, apresentando:

– DICAS PRECISAS para cada mês do seu bebê, desde a gestação até o seu segundo ano de vida;
– RESPOSTAS para suas dúvidas mais comuns;
– CRONÔMETRO para você controlar suas amamentações em cada seio, ou nos dois simultaneamente (em caso de gêmeos), com a possibilidade da gravação dos dados para se ter um histórico acurado;
– DIÁRIO, onde você pode fazer anotações sobre seu bebê, mantendo um registro dos momentos mais especiais que podem ser enviados por e-mail para o seu pediatra e/ou amigos;
– MAPA para localizar os estabelecimentos essenciais mais perto de você que deem suporte ao aleitamento materno, como os Bancos de Leite Humanos;
– CALENDÁRIO DE VACINAS atualizado, para que você tenha um controle fácil e rápido, fazendo com que as imunizações do seu filho não atrasem;
– NOTÍCIAS sobre amamentação vindas do site “aleitamento.com”, o maior portal do Brasil sobre o tema;
– e muitas outras informações.

Com a supervisão de um pediatra especialista em aleitamento, o aplicativo está aqui para estreitar e apoiar o princípio mais elementar da relação pai/mãe/filho: a amamentação.

Adorei!! Espero que funcione.. rsss, vou testar! Bjs!!

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2 Comentários

Arquivado em Alimentação & Saúde, Gravidez, Vida de mãe

Como conciliar maternidade e profissão?

Bom, eu não tenho uma resposta, estou trabalhando para encontrá-la (literalmente – haha).

A Alis ficou doentinha há duas semanas, por exemplo. Eu fiquei de atestado com ela, mas trabalhei mais do que eu trabalharia na empresa, eu acho. Rolou uma culpa do tipo “ai, céus, talvez a minha falta prejudique a empresa”. Agora, com um distanciamento de alguns dias, já acho que exagerei. Eu conseguiria ter trabalhado um pouco menos, cuidado melhor da Alis, feito as coisas com mais calma e menos afobação. Mas a gente tem um pouco essa cultura da culpa entre as mulheres, né? A gente acha que consegue e tem que fazer tudo pra não faltar nada pra ninguém. É admirável e levemente neurótica essa postura, não é não?

O que mais pesa é o cansaço. Eu acordo (eu não, a Alis!) cedo para amamentar, me arrumar, arrumar a Alis para a escolinha, tomar café da manhã, me maquiar (né?) e tal. Trabalho. Almoço. Cuido da Alis. Trabalho mais. Lavo roupa. Passo roupa. Dou vitamina (ad-til) pra Alis. Amamento mais umas 5 vezes durante o restante do dia. Dou banho na Alis. Tomo banho. Faço pilates duas vezes por semana. Faço uns ranguinhos para o marido pra ele não se sentir 100% abandonado. E depois que a Alis dorme eu trabalho mais um pouquinho para conferir os e-mails e me planejar para o dia seguinte. Ufa, cansa só de escrever. Além disso, a Alis acorda de duas a cinco vezes por noite para mamar, então chega no final do dia eu estou me arrastando.

Eu não acho isso tudo ruim, por mais que eu reclame de ser cansativo. Acho que é mais uma questão de se organizar e priorizar do que de jogar as mãos para o alto em desespero. Não. Não é questão de desespero mesmo, porque é tudo muito gostoso. Trabalhar é bom porque você sente que está fazendo algo por você e pela sua filha ou filho, que no futuro vai olhar pra você e dizer “uaaau, minha mãe é XXX” e tal. É legal servir de exemplo para uma das pessoas mais especiais do mundo pra você, e que seja um bom exemplo. Mas sim, vira e mexe eu me pego sonhando em largar tudo e ficar em casa com a Alis, curtindo uma vida bem de mãe, mãe com tempo. Amei todo o período da licença-maternidade e sinto muito por ela não poder durar mais e mais e mais. Ser mãe é trabalhar sim!

A conclusão é que acho que não tem muito segredo, mas dia desses li uma frase que me inspirou (duas palavras, na verdade) num artigo do NYT sobre mães que trabalham, sobre “como dar conta”: “be relentless”. Ou seja, seja persistente, implacável. Em bom português, algo como “não deixe a peteca cair”. E assim vou seguindo, com essa sugestão na cabeça e muita, mas muita força de vontade e paciência com as dificuldades do trabalho. Porque na maternidade, tirando o cansaço, que é normal para todas as mães, tá tudo bom demais!

Melhor momento do dia! (:

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Arquivado em Alimentação & Saúde, Gravidez, Vida de mãe

Amamentação, a luta

Eu me encontro no meio de uma luta. Meu leite “desceu”, mas não satisfaz, se é que a leitora me entende, então estou em busca de informações sobre aleitamento materno e encontrei várias coisas interessantes. Bom, em primeiro lugar, Floripa tem um serviço de banco de leite incrível com orientação sobre aleitamento, e fica na maternidade Carmela Dutra. É só ligar lá e pedir para falar com as experts, que são super solícitas e dão todas as dicas sobre como amamentar, como aumentar a produção de leite, etc, etc…

The Feminist Breeder

Encontrei também um post superinteressante no blog The Feminist Breeder, da mãe e feminista Gina Crosley-Corcoran, onde ela fala sobre o direito de amamentar e, mais importante que isso, sobre como a sociedade nos faz acreditar que, quando o leite “não desce”, isso acontece porque não somos capazes de produzir leite. Ela argumenta que o nosso corpo é um “miracle maker”, um “fazedor (haha, tradução tosca) de milagres”. Afinal, de duas células formamos um ser humano inteirinho! Enfim, o debate é mais complexo e vale a leitura. O artigo é em inglês. Link aqui!

O Youtube tem váaaarios vídeos sobre aleitamento, mas não vou postar aqui porque vai rolar uma peitarada sem fim. Basta colocar “aleitamento” ou “breastfeeding” que vários vídeos vão aparecer. O que me chocou, porém, foram os comentários tosquérrimos que li em alguns vídeos, todos escritos por homens, como “que merda, vocês poderiam pelo menos ter usado uma mulher bonita pra fazer o vídeo de aleitamento” e barbaridades do tipo. A existência de seres humanos assim me deixa pasma.

O site babble

O site americano www.babble.com é um belo recurso para gestantes e mães, super recomendo. Além das seções “normais” do site, vários colaboradores mantêm blogs que narram as experiências pessoais das mães em questões de todos os tipos ligadas a maternidade. Alguns posts sobre aleitamento são verdadeiras pérolas porque contam como as mulheres lidaram com dificuldades em relação a amamentação. Um exemplo é este post bem fresquinho da blogueira Selena Mae: link aqui!

Selena e o baby dela depois da luta pela amamentação

Alguém tem alguma dica de fonte sobre amamentação legal e dicas de amamentação a partir de experiências pessoais?

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